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PS_Alimentar Idoso
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7 Dicas para gerir, com segurança, a disfagia em casa
Prime Senior Editor
1. Medicação - se a pessoa idosa costumava tomar os medicamentos orais com água ou outro líquido, agora precisa de os tomar com algo mais espesso, ou os comprimidos necessitam de ser esmagados e misturadas com um alimento mais espesso.

Os comprimidos, geralmente, têm um gosto bastante desagradável, portanto, usando chocolate, maçã ou algo mais doce que ajude a "mascarar" os maus sabores é sempre uma boa ideia.

Dica: alguns comprimidos são rotuladas como "não possíveis de ser esmagados", por isso fale sempre com o profissional de saúde sobre os medicamentos que a pessoa idosa está a tomar, bem como, se os mesmos podem ser esmagados ou se é possível misturá-los com algo específico. Em alguns casos, e quando possível, optar por xaropes é a melhor opção.

2. Palhas: dependendo da condição da pessoa com disfagia, o uso de palhas pode ser uma má escolha. Para alguém que tem problemas em engolir, usar uma palha pode parecer uma ajuda útil, mas estas são mais propensas a aumentar a quantidade de líquidos na boca. Com os músculos enfraquecidos pode levar a asfixia.

3. Hidratação: a hidratação é fundamental em qualquer idade, mas após um diagnóstico de disfagia, tudo o que são líquidos devem de ser espessados. Beber líquidos espessados ​​leva mais tempo do que beber líquidos sem espessamento, portanto nestes casos, manter a hidratação requer mais tempo e paciência.

4. Gelados e gelatinas - gelados e gelatinas parecem sobremesas básicas para pessoas mais velhas, mas quando se trata de prevenir a aspiração numa dieta disfágica, são dois alimentos desaconselhados. Tanto o gelado como a gelatina podem derreter na boca e transformarem-se num líquido fino que, quando ingerido, pode causar aspiração.

5. Nutrição - para muitas pessoas com disfagia, obter calorias suficientes, bem como vitaminas e minerais, torna-se um grande desafio. De modo a prevenir situações menos desejáveis, por carência de nutrientes, é aconselhado consultar um profissional com conhecimentos específicos, para que seja elaborado um plano nutricional adequado e ajustado às necessidades e condição da pessoa em causa.

6. Postura - é essencial que as pessoas com disfagia permaneçam em pé quando se alimentam. Isso facilita a chegada dos alimentos ao estômago. No caso da pessoa idosa estar confinada a uma cama, a uma cadeira de rodas ou passar muito tempo sentada, é importante que, aquando das refeições, se faça um ajuste nas costas e se contribua para que mantenham a cabeça erguida.

7. Timing - para pessoas com disfagia e doenças crónicas, a fadiga extrema e fraqueza podem fazer com que comer por mais de 15 minutos seja simplesmente exaustivo. Quanto mais cansada a pessoa estiver, mais difícil será engolir. Nestes casos pode ser recomendado que comam e bebam por curtos períodos de tempo, mas várias vezes ao longo do dia.

Não saber cuidar de alguém com disfagia pode levar a situações complicadas, portanto, é crucial que os cuidadores de formem e informem sobre o tema e tirem todas as dúvidas, com pessoas com conhecimentos para tal.



|Fonte: Dailycaring|
PS_Cuidador
INFORMAÇÃO
Cuidadores - 11 maneiras de lidar com o cuidado quando se sente desprezado
Prime Senior Editor

1. Entenda a razão - p
ensar sobre o motivo pelo qual a pessoa que cuida não demonstra apreço, dá uma perspetiva sobre a situação e pode facilitar o modo como lida com a mesma.

Por exemplo, caso se trate de uma pessoa idosa com doença grave ou com dor e habilidades físicas ou cognitivas em declínio, ela pode estar demasiado focada no seu próprio sofrimento. Nestes casos, é menos provável que a pessoa idosa esteja consciente dos seus sentimentos e necessidades, como cuidador. 
Pessoas idosas com demência, muitas vezes, não estão capazes de pensar além das tarefas quotidianas, outras sentem apreço, mas podem não conseguir expressá-lo adequadamente. A pessoa idosa também pode ter-se acostumado à sua rotina diária e não perceber o quanto realmente faz por ela e quanto tempo e energia dispensa para tal.

2. Faça do autocuidado uma prioridade - quando está exausto e stressado, é mais fácil que o ressentimento e a raiva se "infiltrem" e ocupem a sua mente. É por isso que o autocuidado é essencial para os cuidadores - não se trata de um prazer.

Ter tempo para si mesmo é o que o mantém mentalmente e fisicamente saudável. Ajuda a gerir o stress e os sentimentos negativos para que possa continuar a cuidar a longo curso.

3. Aprecie-se e celebre as vitórias - celebrar as suas realizações, no âmbito do cuidado, é essencial para que se valorize. A forma como sente e fala consigo mesmo tem um impacto maior do que o que qualquer outra pessoa diz.

Se os membros da família não puderem expressar a sua gratidão, talvez tenha que aceitar as limitações deles e se concentrar na autoapreciação. Pense nos bons motivos, o que levaram à escolha de ser cuidador e no quanto ajuda a pessoa idosa.

4. Recompense-se - cuidar é por natureza um trabalho ingrato. Recompensar-se é outra maneira de continuar a sentir-se positivo em relação ao bem que faz.

Uma recompensa pode ser qualquer coisa, grande ou pequena e não necessariamente bens materiais.
 
5. Use humor para pedir apreciação - às vezes é preciso informar as pessoas que gostaria de receber reconhecimento/ agradecimento. Uma boa maneira é adotar uma abordagem despreocupada e, ocasionalmente, fazer piadas usando tom de voz positivo.

Por exemplo, se a pessoa idosa elogia algo que alguém fez, pode dizer com um sorriso: "E eu? Não mereço um elogio?".

6. Não meça o seu desempenho tendo em conta o estado de saúde - a realidade é que o envelhecimento é algo natural e normal, e não pode ser estagnado. Doenças crónicas graves continuarão a piorar e como diz o velho ditado, nenhum de nós sai daqui vivo. É por isso que não é justo julgar-se a si mesmo com base na saúde ou na capacidade de recuperação da pessoa que cuida. Mesmo o cuidador mais mágico e fantástico não consegue impedir o declínio.

Não espere que a pessoa mostre melhorias, pois independentemente disso, o trabalho que desenvolve está a fazer a diferença.

7. Entenda por que os outros não demonstram apreço - família ou amigos que nunca cuidaram, nem ajudaram ninguém, podem não entender o que faz e/ou o quanto é difícil.  Algumas pessoas têm dificuldade em ter empatia se nunca experimentaram algo por si mesmas. Esta pode ser a razão para eles não apreciarem tudo o que faz.

Uma maneira de lidar com isso é partilhar mais informações. Por exemplo, envie para os membros da família um e-mail periódico a informá-lo de várias tarefas que  gere, como uma consulta médica recente, resultados de fisioterapia, obtenção de novos equipamentos médicos etc. Quando os membros da família compreendem melhor tudo o que faz, é mais provável que demonstrem apreço ou mesmo que se ofereçam para ajudar.

8. Graciosamente aceitar o obrigado e apreço - mesmo que sinta que a apreciação que lhe fazem não é suficiente, aceite-a graciosamente. Isso encoraja as pessoas a mostrarem ainda mais apreço no futuro.

9. Modele o comportamento que gostaria de ver - por vezes, a melhor maneira de obter agradecimentos é agradecer em primeiro. Se quiser que os outros demonstrem apreço por si, comece demonstrando a sua gratidão.

Se o seu idoso fizer algo de útil, por muito pouco que seja, reconheça e agradeça. Desta forma está a reforçar um comportamento positivo e a aumentar as probabilidades de eles lhe agradecerem, por algo no futuro.

10. Escolha fazer por si mesmo - é importante lembrar que tinha outras escolhas quando tomou a decisão de ser um cuidador. Pode, por vezes, não parecer que tem o controlo dessa decisão, mas tem. A prova disso é que existem alternativas para a pessoa idosa, caso opte por deixar de ser o seu cuidador.

Quando se faz a escolha de ser cuidador, é importante fazê-lo baseado nas suas próprias razões e não para apreciação ou reconhecimento de qualquer outra pessoa. Lembre-se de que escolheu fazer isso, mesmo que ninguém aprecie ou perceba o seu sacrifício e empenho.

11. Veja isso como um elogio - infelizmente, quanto mais capaz, útil e confiável for, maior a probabilidade de ser dado como garantido. Afinal, a pessoa que faz tudo e sabe exatamente o que está a fazer, não se destaca simplesmente porque não está a causar problemas. As tarefas com impacto negativo tendem a ter uma maior visibilidade que as com impacto positivo.


|Fonte: Dailycaring.com|

PS_Médicos
INFORMAÇÃO
Como a demência é diagnosticada?
Prime Senior Editor
Principais características da demência:
  • Dificuldade com um ou mais tipos de função mental, como aprendizagem, memória, linguagem, julgamento, (...);
  • Problemas que são uma mudança em comparação com as habilidades habituais da pessoa;
  • Problemas que dificultam a gestão das responsabilidades da vida quotidiana;
  • Problemas que não são causados ​​por outro transtorno mental, como depressão
Com é feito o diagnóstico de demência?
Os médicos geralmente têm em atenção 5 áreas de avaliação para diagnosticar se alguém tem demência. O médico precisa verificar cada área e documentar o que diagnostica. As áreas são:

1. Dificuldade com funções mentais - geralmente é avaliado com a combinação de um teste cognitivo, realizado em consultório, e com a descoberta de problemas do mundo real, através de conversas com o paciente e pessoas próximas a ele;

2. Declínio do nível das suas habilidades - pode ser mais difícil para um médico determinar, então eles precisam conversar com pessoas que conhecem bem o paciente para entender a diferença existente nas suas habilidades atuais, quando comparadas com tempos anteriores;

Por exemplo, se um ex-professor de matemática não não conseguir fazer cálculos básicos, isso significa que existe um declínio das suas habilidades atuais, quando comparadas com as habilidades em tempos anteriores.

3. Dificuldades na realização de AVD's - Atividades de Vida Diária - também pode ser difícil de ver imediatamente e em consultório. O médico perguntará sobre que tipos de ajuda a pessoa está a receber e quais problemas os familiares detetam.

4. Causas reversíveis de comprometimento cognitivo - certas condições podem causar sintomas temporários semelhantes aos da demência. O delírio pode induzir a um diagnóstico de demência, mas pode ser causado por doenças, infeções ou hospitalização e pode durar de semanas a meses.

Outros problemas médicos que interferem nas habilidades de pensamento incluem problemas de tiroide, deficiência de B12, depressão, abuso de substâncias psicotrópicas e efeitos colaterais de medicamentos.

5. Outros transtornos mentais - a depressão é um problema de saúde mental comum e pessoas idosas e às vezes pode ser confundido com sintomas de demência. Em alguns casos os idosos têm depressão e demência ao mesmo tempo.

Também é importante considerar o histórico de saúde mental da pessoa. Paranoia ou delírios podem estar relacionados a condições de saúde mental, como a esquizofrenia.

Demência não pode ser diagnosticada com apenas uma consulta...
As 5 áreas que um médico precisa de avaliar são complexas e exigem muita colheita de informações, bem como a realização de testes laboratoriais. Para que o diagnóstico de demência seja bem realizado, são precisas várias consultas e um diagnóstico constante. Só assim se irão diminuir as possibilidades de um falso diagnóstico de demência.

O que fazer se o médico diagnosticar demência em apenas 1 consulta?
Infelizmente, alguns médicos podem diagnosticar diagnóstico em apenas uma consulta e não documentam adequadamente o que levou a esse diagnóstico. Se isso acontecer, é conveniente que procure uma segunda opinião.

A realidade é que os sintomas possam significar demência, mesmo que o diagnóstico não esteja assente numa avaliação adequada. Mas também existe a possibilidade desses sintomas, em comum com a demência, serem causados ​​por outras condições de saúde reversíveis. Um diagnóstico preciso é essencial para o tratamento adequado.



|Fonte: Dailycaring.com|

PS_Andar
INFORMAÇÃO
Demência de corpos de lewy
Prime Senior Editor
O que é a demência de corpos de lewy?

É chamada de demência de corpos de lewy porque a doença está associada a aglomerados de proteína encontrados no cérebro, designados corpos de lewy. Estes corpos quando se acumulam, causam problemas no funcionamento cerebral, incluindo a memória, o movimento, as habilidades de raciocínio, o humor e o comportamento.


Demência de corpos de lewy vs. demência de parkinson vs. demência de alzheimer

A demência de corpos de lewy pode não causar perda de memória a curto prazo, como o acontece com a demência de alzheimer. Na demência de corpos de lewy, problemas com o pensamento, o estado de alerta e a atenção prestada "vão e vêm". Um sinal de que a pessoa pode ter demência de corpos de lewy, em vez de outro tipo de demência, é terem sintomas de declínio cognitivo, com exceção dos problemas típicos de memória de curto prazo.


Na demência de corpos de lewy são frequentes as alucinações, especialmente nos primeiros anos, enquanto que na demência de alzheimer, as alucinações, geralmente, apenas estão presentes nas últimas fases da doença. As pessoas com corpos de lewy também apresentam distúrbios comportamentais do sono REM, o que faz com que representem os seus sonhos e façam movimentos violentos enquanto dormem. Isso não é comum no alzheimer.

Tanto a demência de corpos de lewy como a demência de parkinson causam problemas ao nível dos movimentos, mas o parkinson não causa problemas com o pensamento e a memória, a menos em fases avançadas da doença. Na demência de corpos de lewy, os problemas cognitivos aparecem muito mais cedo.

Devido a essas diferenças, os tratamentos e medicamentos usados ​​ para a demência de corpos de lewy nem sempre são os mesmos usados ​​ para as demências de alzheimer e parkinson.


5 Principais sintomas da demência de corpos de lewy
Existem 5 grupos de sintomas que são comuns na demência de corpos de lewy. Eles vão piorar com o tempo, geralmente ao longo de vários anos, à medida que a doença progride.

1. Disfunção cognitiva
  • Balanços extremos entre estar alerta e estar confuso ou sonolento - os episódios são imprevisíveis e podem durar alguns segundos ou várias horas;
  • Atenção reduzida;
  • Dificuldade de planeamento, tomada de decisão e organização;
  • Problemas com a perceção visual - muitas vezes causam quedas;
  • Maior dificuldade com as tarefas da vida diária.
2. Alucinações visuais
  • Visões repetidas ou delírios - como ver formas, cores, pessoas ou animais que não estão lá;
  • Podem ter conversas com pessoas falecidas.
3. Problemas com o movimento
  • Movimentos lentos;
  • Caminhada embaralhada ou marcha anormal;
  • Membros rígidos;
  • Tremores;
  • Falta de expressões faciais.
4. Distúrbios do sono
  • Insónia;
  • Sonolência diurna;
  • Transtorno de comportamento do sono REM.
5. Flutuações nos processos "automáticos"
  • Problemas em funções corporais que são automáticas, incluindo pressão sanguínea, temperatura corporal, micção e deglutição.

Esperança de vida na demência de corpos de lewy

Em média, a pessoa vive entre 5 a 7 anos após o início da doença e geralmente morre de pneumonia ou outra doença.

Ao contrário de outras demências, a demência de corpos de lewy não segue um padrão de etapas/fases. A doença piora com o tempo, mas a taxa de declínio varia de pessoa para pessoa.



|Fonte: Dailycaring.com|
PS_Rosa
INFORMAÇÃO
10 Formas não medicamentosas para controlar os sintomas de demência de corpos de lewy
Prime Senior Editor
1. Tolere comportamentos que não causem danos, concentre-se na tranquilidade e distração - as pessoas com demência de corpos de Lewy, frequentemente, têm alucinações ou delírios que causam comportamentos estranhos ou falsas acusações (8 Dicas para lidar com falsas acusações de idosos com demência podem ser consultadas em «https://www.primesenior.com/_8_dicas_para_lidar_com_falsas_acusacoes_de_idosos_com_demencia»).

Se o comportamento deles não é agressivo ou prejudicial, se eles não parecerem ter nenhuma dor física ou desconforto e se não estiverem chateados a um grau extremo, uma solução é tolerar o comportamento e não os forçar a compreender seja o que for. Fornecer o conforto conforme necessário e garantir que eles estão seguros é o ideal.

2. Verifique as causas físicas - às vezes, novos sintomas comportamentais ou um agravamento dos sintomas já existentes, podem ser causados ​​por dor física ou desconforto que a pessoa já não é capaz de expressar ou descrever verbalmente.

Problemas físicos comuns incluem artrites graves, lesões, febre, infeções do trato urinário, úlceras por pressão, entre outros. Em alguns casos, simplesmente estar cansado, precisar fazer xixi ou estar com fome, também pode desencadear um comportamento menos ajustado.

Quando a dor física é bem tratada, os sintomas comportamentais negativos geralmente diminuem.

3. Verifique os efeitos colaterais dos medicamentos - os medicamentos usados ​​para tratar os sintomas da demência de corpos de Lewy ou outras condições comuns de saúde podem aumentar os problemas comportamentais. Por exemplo, medicação usada para dormir, medicamentos para controlo da bexiga e medicamentos usados ​​para tratar os sintomas físicos da demência de corpos de Lewy, podem causar confusão, agitação, alucinações e delírios. Os sedativos comuns para o tratamento da ansiedade, podem causar aumento da ansiedade ou piorar a função cognitiva das pessoas com o tipo de demência supramencionada.

Se a pessoa idosa estiver a tomar algum destes medicamentos, é conveniente falar com o médico para descobrir a existência, ou não, de alternativas com menor probabilidade de causar consequências negativas.

4. Modifique o seu ambiente - a desordem, o barulho e as multidões podem contribuir para as alucinações e delírios, que normalmente provocam desafios comportamentais.

5. Use respostas gentis e com efeito calmante - uma pessoa com demência não é capaz de processar de forma lógica e raciocinar da mesma forma que antes. Mantenha-os tão calmos e felizes quanto possível, evitando conflitos.

Se estiverem agitados ou preocupados, valide os seus sentimentos e ofereça conforto fazendo uso de abraços e atividades atraentes.

6. Crie rotinas diárias e mantenha as tarefas simples - a rotina e a simplicidade reduzem as chances de ficarem zangados ou agitados. Ter uma estrutura clara e uma rotina consistente no dia-a-dia reduz a incerteza e a confusão e cria um ritmo reconfortante para a vida (leia mais sobre a importância da rotina em pessoas idosas, acedendo ao link «https://www.primesenior.com/_a_importancia_das_rotinas_em_pessoas_idosas).

Divida as tarefas diárias em etapas menores para simplificá-las e reduzir a frustração. No geral, concentrar-se nos sucessos em vez de apontar fracassos (e tornar o sucesso possível) aumenta a autoestima e os sentimentos positivos.

7. Incentive à realização de exercício físico - para ajudar com os sintomas físicos da demência de corpos de Lewy, exercícios cardiovasculares, de força e flexibilidade, bem como o treino de marcha são importantes. Trabalhar na aptidão física geral também é útil. Em alguns casos, os médicos aconselham à realização de sessões de fisioterapia.

O exercício regular também aumenta o humor, melhora a saúde física e, muitas vezes, reduz as dores e o sofrimento. Todos esses fatores contribuem para reduzir a probabilidade de ocorrerem comportamentos negativos.

8. Considere a terapia da fala quando presentes os problemas de deglutição - caso a pessoa tenha problemas de deglutição, isso interferirá na nutrição e causará fome. Em sessões de terapia da fala usam-se técnicas que ajudam a que a deglutição se torne mais fácil e segura.

9. Considere terapias alternativas - há uma variedade de terapias que podem ajudar tanto a pessoa a demência quanto os seus cuidadores. A terapia ocupacional pode ajudar alguém com demência a manter as suas habilidades e a melhorar a independência e a confiança. A música também pode reduzir a ansiedade, melhorar o humor e dar uma sensação de realização. A aromaterapia pode impulsionar o humor e promover o relaxamento. As massagens terapêuticas podem "soltar" os músculos rígidos, melhorar a circulação e promover o relaxamento. A terapia individual ou familiar também pode ser útil para a aprendizagem e gerir sintomas emocionais e comportamentais.

10. Participe em grupos de apoio a cuidadores - os grupos de apoio ao cuidador têm muitos benefícios, incluindo ouvir pessoas em situações semelhantes, ser capaz de desabafar frustrações e obter conselhos comprovados e de alguém que compreende exatamente o que está a passar e sentir (mais informações sobre os benefícios dos grupos de apoio ao cuidador podem ser consultadas em «https://www.primesenior.com/_8_beneficios_dos_grupos_de_apoio_ao_cuidador»)

NOTA: É importante que se tenha me mente que se tratam de sugestões que só devem ser usadas se a pessoa com demência de corpos de Lewy estiver em situação segura, caso contrário o profissional de saúde deve de ser contactado.

O que fazer se os sintomas da demência de corpos de Lewy não melhorarem?
Em alguns casos, os métodos não medicamentosos não são suficientes para reduzir ou controlar alguns sintomas desafiadores causados ​​pela demência de corpos de Lewy.

Quando o comportamento de alguém é agressivo, perigoso, excessivamente perturbador ou afeta significativamente a sua qualidade de vida, é necessária uma ajuda adicional. Nestes casos o melhor é falar com médico que está a acompanhar a pessoa com demência de corpos de Lewy. Ele conhece bem o seu histórico de saúde, medicamentos atuais e quaisquer reações anteriores a medicamentos e saberá exatamente o que deverá fazer



|Fonte: Dailycaring.com|
PS_Quedas
INFORMAÇÃO
Melhor iluminação reduz risco de queda nos idosos
Prime Senior Editor
São apresentadas, de seguida, algumas opções de boa iluminação, bastante recorrentes e económicas, que não só ajudam a prevenir as quedas, como a "teimosia" de algumas pessoas idosas em não fazerem uso da iluminação que dispõem ou mesmo alguns problemas de saúde que dificultem o toque nos interruptores vulgares.

Luzes de deteção de movimento sem fio - às vezes os idosos não se lembram de acender as luzes ou sentem que não precisam. Remover a necessidade de acender as luzes é uma ótima maneira de garantir que os quartos, as escadas e os corredores estejam sempre iluminados o suficiente. Este tipo de iluminação permite também, que as pessoas idosas não se restrinjam apenas a lugares com uma tomada próxima.

Lâmpadas de toque - a artrite e a perda de flexibilidade e força dos dedos podem dificultar o toque em interruptores de lâmpadas comuns. Os idosos são mais propensos a usar iluminação adequada, quanto mais fácil for para eles acender as luzes. 

Luzes noturnas - luzes noturnas regulares que se conectam a tomadas de parede, são uma ótima opção para locais como WC, quarto ou corredor. Essas luzes noturnas LED automáticas são pequenas, têm uma boa iluminação e são de baixo custo.


As opções de iluminação apresentadas são apenas alguns exemplos, mais comuns, de minimizar o risco de quedas por reduzida/ inexistente iluminação. Os custos das mesmas variam, mas em nada se comparam aos "custos" de uma queda, tanto para a pessoa idosa como para os seus cuidadores.



|Fonte: Dailycaring.com|