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P.S. Acusações
INFORMAÇÃO
Respostas sugeridas para 4 acusações comuns de demência
Prime Senior Editor
Evite raciocínio e explicações lógicas
Para cada uma dessas acusações comuns, não use o motivo para explicar o porquê disso não ser verdade, mas sim tente provar que eles estão errados.

O que geralmente funciona melhor é validar o que eles estão a dizer e, em seguida, redirecionar para outra atividade ou distrair com algo agradável.

Concentre-se em validar a emoção por detrás das suas palavras. Deixe que eles saibam que entende como eles se sentem e que deseja ajudar a resolver a situação. Em seguida, resolva o problema, se possível, redirecione-so para outra atividade ou distraia-os com algo que lhes desperte interesse.

Para fornecer ideias e pontos de partida para as suas próprias respostas criativas, partilhamos uma variedade de respostas que pode ver de seguida.

Cada situação e cada pessoa com demência é diferente, portanto, você é o melhor juiz sobre quais respostas têm mais probabilidade de funcionar.

1. Você roubou meu dinheiro!
Ter demência significa abrir mão do controlo sobre suas próprias finanças. Essa perda de controlo, combinada com paranóia ou ilusões, pode levá-los a pensar que as pessoas estão a roubar o seu dinheiro.


Respostas sugeridas: Como ajudá-los a sentirem-se mais no controlo:
- Oh não, está a faltar-lhe dinheiro? Não se preocupe, eu vou ajudá-lo a procurar. Vamos começar por ver está nesta gaveta ...

- Oh não, falta dinheiro? Isso pode ser muito perturbador. Vamos verificar os seus extratos bancários para garantir que tudo está bem.

- Vamos ter que analisar isso. Vamos ao banco amanhã, quando estiver aberto. Como o banco está fechado, agora, vamos fazer (uma atividade que eles gostam).

- Dê-lhes um livro de cheques (falso / antigo) para ajudá-los a "rastrear" o seu dinheiro;

- Deixe-os ter uma carteira com uma pequena quantia de dinheiro real ou dinheiro falso com aparência realista;

- Mantenha arquivos de extratos bancários muito antigos para que eles analisem quando estiverem ansiosos;

- Deixe-os passar cheques para pagar contas (todos falsas / antigas) e rasgue-os secretamente mais tarde

2. Você roubou minha bolsa / carteira / óculos / aparelho auditivo / dentadura…!
Alguém com demência pode acusá-lo de roubar um item quando não consegue encontrá-lo.

É mais fácil lidar com as mudanças no cérebro e dizer que alguém roubou o item, em vez de admitir que não o encontra.

Respostas sugeridas: Como ajudá-los a sentirem-se mais no controlo:
- Está a faltar (item)? Vejo que está irritado com isso, mas vamos ver se está aqui.

- Eu devo ter colocado no lugar errado quando estava a limpar. Vou buscar para si.

- Oh não, seu (item) está a faltar? Sinto muito ... vamos juntos procurar novamente;
- Tente encontrar os seus “esconderijos favoritos” para armazenar itens que são frequentemente “perdidos” para que possa encontrar com facilidade os itens;

- Compre cópias de itens frequentemente "perdidos" (se eles não forem muito caros) para que possa sempre "encontrá-los" rapidamente, sem ter que perder muito tempo.

3. Você quer envenenar-me! Eu não vou comer!
Paranoia ou delírios podem fazer com que alguém com demência acredite que você está a tentar envenena-lo com alimentos ou bebidas.


Respostas sugeridas: Como ajudá-los a sentirem-se mais no “controlo”?:
- Entendo que esteja com medo, mas quero que saiba que nunca deixaria que algo ruim acontecesse consigo. Já provou este peixe? É delicioso. Vamos comer juntos e assim pode falar-me mais sobre (um tópico ou hobby que eles gostam). Peça que se juntem a si na cozinha e "ajudem" a preparar a refeição para que eles possam ver tudo o que está a fazer. Se houver tarefas de cozinha em que eles possam ajudar, incentive a que participem. (NOTA: Se usar essa ou uma resposta calma semelhante, coma a mesma refeição ou prove uma pequena quantidade para mostrar-lhes que é seguro).


4. Você está a manter-me prisioneiro!
Para muitas pessoas com demência, não é seguro saírem de casa sozinhos. Eles podem facilmente perderem-se ou ter um acidente. Mas como eles não podem ir onde querem sozinhos, podem sentir que estão presos.

Respostas sugeridas: Como ajudá-los a sentirem-se mais no “controlo”?
- Parece que quer sair, para onde devemos ir?… Oh, sério, eu também gosto desse lugar? O que mais gosta lá?

- Podemos ir a qualquer lugar que queira, o que tem em mente? ... É uma ótima ideia! Vamos depois do almoço. Eu fiz o seu prato favorito de massa, vamos para a cozinha para comer.
- Sempre que possível, concorde e acompanhe-os quando quiserem ir a algum lugar;

- Se não for possível sair, concorde e finja ajudá-los a se prepararem. Enquanto finge estar pronto para sair, redirecione-os subtilmente para uma atividade de que gostem.



|Fonte: Dailycaring.com|

P.S. Atividades no exterior
INFORMAÇÃO
Dicas para idosos e cuidadores retomarem com segurança as atividades na “nova realidade” do coronavírus
Prime Senior Editor
O que dizem os especialistas?
Todos nós queremos sair de casa, mas a realidade que nos cerca é preocupante.

Independentemente do alívio das restrições aos negócios e outras atividades, ainda é recomendável que aqueles com problemas de saúde, com sistema imunológico comprometido ou com mais de 65 anos continuem a tomar muitas precauções.

Como cuidador familiar, manter-se atualizado com os números e regulamentos de transmissão da sua cidade e distrito ajuda a decidir quando os riscos são baixos o suficiente para se “aventurar”.

Ouça especialistas locais e nacionais respeitáveis e comunique-se com os médicos e profissionais de saúde da pessoa idosa que cuida, a fim de desenvolver um plano para uma reentrada segura na vida social.

Muitos consultórios médicos oferecem opções de teles saúde, portanto não é necessária uma visita pessoal.

Comece a socializar muito lentamente …
O isolamento social tem sido difícil para todos, por isso é tentador sair a “correr” para retomar as atividades regulares e voltar à sociedade. Mas a maioria dos especialistas sugere um retorno gradual e cauteloso para famílias com indivíduos de alto risco.

Se optou por sair, e quer permanecer o mais seguro possível, a comunidade médica recomenda começar devagar com interações sociais limitadas. E lembre-se de que usar proteção para o rosto (máscara e/ou viseira) e lavar as mãos ainda é considerado a melhor tática para permanecer seguro e retardar a propagação do vírus.

Se o seu concelho/distrito de residência tiver cancelado o pedido de permanecer em casa, leia os detalhes para entender a atualização completa. Algumas áreas recomendam que os idosos e os grupos de alto risco continuem em casa.

Experimente atividades com exposição social limitada
Se determinou que é seguro fazê-lo, tente ir ao restaurante favorito da pessoa idosa para trazer comida e comerem em casa ou ao ar livre.

Se a sua cidade/freguesia possui calçadas, caminhadas curtas são uma ótima maneira de familiarizar lentamente – cuidadores e idosos - com as atividades ao ar livre.

As instalações ao ar livre e os parques que estão a abrir podem permitir atividades reduzidas, como caminhar em caminhos específicos, mas é melhor evitar esses lugares quando eles estão lotados e o distanciamento físico não é possível.

Os teatros/ cinemas começam a exibir filmes novamente mas ao “ao ar livre”. Esta será uma opção, desde que as questões de distanciamento físico sejam cumpridas.

Outra atividade ao ar livre que é agradável, mas limita a exposição física a outras pessoas, é a jardinagem.


Todos nós queremos permanecer seguros e conectados. Como cuidador familiar, pode cuidar de si e do seu idoso saindo de casa - mas não se esqueça de tomar as devidas precauções para limitar a exposição e propagação ao COVID-19.



|Fonte: Dailycaring.com|
P.S. Botão SOS
INFORMAÇÃO
O que procurar (e evitar) num sistema de alerta de emergência
Prime Senior Editor
Como funcionam os sistemas de alerta médico?
A maioria dos sistemas possui três componentes básicos: um pequeno transmissor de rádio, uma estação base conectada à linha telefónica do usuário e um centro de resposta a emergências que monitora as chamadas.

Quando o botão de ajuda é pressionado, o equipamento “chama” automaticamente o centro de monitorização central e conecta o usuário a um operador que determina que tipo de ajuda é necessária (e.g. uma ambulância ou assistência do departamento de polícia local ou corpo de bombeiros, etc.) A maioria dos equipamentos possui um alto-falante bidirecional, para que o operador e o sénior possam comunicar. Alguns sistemas podem funcionar mesmo se o telefone estiver em uso ou fora do lugar. Esse recurso é chamado de "apreensão de linha". Além de “chamar” para o centro de monitorização, uma vez notificado, o operador também pode entrar em contato com familiares, amigos ou vizinhos que o idoso tenha listado como contatos de emergência.

Um sistema de alerta médico proporciona tranquilidade tanto para o cuidador quanto para o idoso,

Porém, esses sistemas podem variar bastante, por isso é importante comparar cuidadosamente diferentes empresas, produtos e pacotes de serviços.

O que procurar num sistema de resposta a emergências?
Para ajudá-lo a comprar um botão de emergência para idosos, são apresentados, de seguida, alguns fatores a considerar:

  • Preço e contrato
As empresas de alerta médico avaliam as taxas de maneira diferente. Alguns oferecem planos de pagamento mensais, semestrais ou anuais para serviços de monitoramento, e outros também cobram pelo equipamento necessário, como a unidade base.
Pergunte sobre as obrigações mínimas para o serviço. Alguns exigem um contrato mínimo de 30 dias, 90 dias ou até 36 meses para fornecer serviços. Na mesma linha, pergunte sobre as taxas de ativação, as taxas de cancelamento se precisar rescindir o contrato mais cedo e se os custos de monitorização estão bloqueados ou podem aumentar. Esteja atento a taxas adicionais e não deixe de obter uma cotação por escrito ao especificar preços.

  • Recursos
Juntamente com os preços, é crucial garantir que um sistema de alerta de emergência seja adequado para as condições médicas e condições de vida únicas de um idoso. Qual é o principal objetivo do sistema? Por exemplo, se o idoso tem a doença de Alzheimer, ele pode vaguear e perder-se. Um sistema que forneça serviços de monitorização de GPS seria especialmente benéfico caso eles desaparecessem.
Para um idoso que é propenso a quedas, um sistema que oferece tecnologia automática de deteção de queda nos seus transmissores seria o ideal. Esses botões de chamada especiais possuem recursos de deteção de movimento para determinar se o usuário caiu e entrar em contato com a ajuda automaticamente, mesmo que o usuário não possa.
Muitos recursos adicionais foram adicionados a esses sistemas ao longo dos anos, incluindo rastreadores de fitness, lembretes de medicamentos, chamadas diárias de check-in, recursos de segurança em casa e muito mais. "Sinais e assobios" adicionais normalmente significam custos mais altos, portanto, evitar recursos desnecessários é tão importante quanto garantir que obtenha os que deseja.

  • Experiência e Reputação
Há quanto tempo a empresa atua? Eles têm uma boa reputação? Pesquise on-line as análises de clientes dos sistemas que está a considerar e tente encontrar feedback de usuários reais com condições e preocupações médicas semelhantes. Se os consumidores denunciarem a mesma reclamação repetidamente, provavelmente é um problema que deve ter em consideração na sua decisão.

  • Gama e portabilidade
Qual é o alcance do sistema? O idoso precisa de mais de uma unidade base para uma cobertura adequada da sua casa? Se sim, isso aumentará o custo? O sistema pode ser usado quando o idoso estiver  no quintal ou fora de casa? Essas são considerações importantes para idosos que levam estilos de vida ativos, pacientes com demência que tendem a vaguear e aqueles que vivem em mais do que um local durante o ano.
Algumas empresas oferecem planos com cobertura telefónica em todo o país ou unidades básicas que podem ser movidas de casa para casa. Essas configurações permitem que os idosos levem o sistema com eles quando viajam, e ele funcionará em todo o lado. Lembre-se de atualizar o endereço residencial, caso contrário, um operador poderá enviar ajuda para o local errado.

  • Facilidade de uso
Certifique-se de pesquisar o equipamento real incluído no sistema. Observe as dimensões da unidade base e dos transmissores e os diferentes botões de cada um. O botão de emergência é grande e fácil para o idoso ver e pressionar? Existem instruções complicadas, botões extra ou outros recursos que possam ser problemáticos para o idoso operar? Os dispositivos vestíveis são confortáveis? Eles precisam ser cobrados?
Pergunte se a empresa que está a considerar oferecer um período de teste para o sistema deles, para garantir que seja o ajuste certo.
Quer um produto que o idoso esteja disposto a usar todos os dias e capaz de usar com facilidade? Isso é especialmente importante para usuários com baixa visão, destreza limitada ou outras deficiências que possam impedir o uso adequado desses dispositivos. Um sistema desconfortável ou difícil de usar não será eficaz.


  • Impermeabilização
A maioria dos acidentes acontece no WC. Verifique se o botão é à prova de água e se pode ser usado na banheira ou no chuveiro. Isso garantirá que um idoso possa pedir ajuda se escorregar e cair durante o banho.

  • Operadores treinados
Determinar a qualidade do serviço de monitorização também é muito importante. Pergunte sobre o treinamento que os funcionários da central de monitorização recebem e procure uma empresa que possua a sua central de atendimento interna localizada no país de residência para lidar com as chamadas recebidas. Quando esse botão é pressionado, cada segundo conta.

  • Horas de operação
Verifique se o centro de monitorização está disponível 24 horas por dia e7 dias por semana, para monitorização de emergências e atendimento ao cliente. O que acontece se houver problemas ao usar o sistema ou se surgirem dúvidas sobre o serviço?

  • Opções de contato
Alguns sistemas têm opções para conectar usuários com vários contatos, dependendo da natureza da chamada de alerta. Em emergências, é claro que o operador convocará as autoridades apropriadas, mas alguns sistemas permitem que os usuários programem familiares e amigos como contatos para situações não urgentes. Isso mantém os idosos conectados a um sistema de suporte abrangente, independentemente de que tipo de ajuda eles possam precisar.

  • Testes
A empresa que escolher deve testar o sistema regularmente para garantir que está a funcionar corretamente. Pergunte sobre quais os procedimentos que usam e com que frequência esses testes são realizados. Por exemplo, se os sistemas de alerta médico recebem um sinal silencioso da casa semanalmente para garantir que o sistema do cliente está conectado e em funcionamento. Verifique se o sistema escolhido inclui também serviços de reparo e substituição.

As dicas acima ajudarão a comparar fornecedores e produtos antes de fazer uma compra. A obtenção do sistema de alerta médico correto é crucial para a segurança do seu ente querido. Saber que a ajuda está a apenas um toque de um botão, pode dar a toda a família uma tranquilidade inestimável.



|Fonte: Agingcare.com|
P.S. Doença
INFORMAÇÃO
Coronavírus e os idosos - tudo o que precisa saber
Prime Senior Editor
O que é coronavírus?
Os coronavírus são uma grande família de vírus.

Em geral, os coronavírus humanos causam infeções do trato respiratório que variam do resfriado comum a doenças mais graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave.

COVID-19 é o nome do novo vírus que se está a espalhar por todo o mundo desde o final de dezembro de 2019. Ele nunca havia sido visto em humanos.

Como se espalha?
Semelhante à gripe sazonal. O COVID-19 é transmitido entre as pessoas através da tosse, espirros ou contato próximo, como tocar ou apertar as mãos.

Também pode ser transmitida após tocar uma superfície com o vírus e, em seguida, tocar nos olhos, nariz ou boca sem lavar as mãos.

Assim como a gripe, o vírus espalha-se facilmente, o que dificulta a contenção.

O período de incubação é entre 2 e 14 dias, portanto, as pessoas podem estar a transmitir a doença mesmo não tendo sintomas.

Prevenção do coronavírus
Para se proteger do coronavírus, recomenda-se os mesmos métodos que se usaria para proteger contra a gripe ou outras doenças respiratórias comuns.

Medidas preventivas incluem:
- Tomar uma vacina contra a gripe (se você ainda não o fez);
- Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos dutante 20 segundos, principalmente depois de ir ao WC, antes de comer e depois de assoar o nariz, tossir ou espirrar. Se não houver água e sabão, deve-se usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
- Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
- Evitar o contato próximo com pessoas doentes. Considera-se como contato próximo estar alguns minutos a menos de um metro e meio de uma pessoa doente ou o contato direto, como beijar ou partilhar utensílios;
- Ficar longe do local de trabalho, da escola ou de outras pessoas se ficar doente e com sintomas como febre e tosse;
- Tossir ou espirrar para um lenço de papel e depois deitá-lo imediatamente no lixo;
- Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência, como maçanetas, controlos remotos, telefones, computadores e dispositivos móveis.

Considere "distanciamento social" com aqueles que têm maior risco
Pessoas com mais de 60 anos, grávidas ou sob uso de medicamentos que enfraquecem o sistema imunológico correm maior risco de infeção e complicações da infeção.

Alguém com risco mais alto pode querer considerar o "distanciamento social" como uma medida preventiva. Isso significa que, se houver algum risco relatado de transmissão de COVID-19 na área local, evite grandes reuniões de pessoas e transportes públicos.


Além disso, mantenha uma distância de segurança de outras pessoas de aproximadamente 1,5 metros.

Sintomas, gravidade e taxa de mortalidade por coronavírus
Pacientes com COVID-19 apresentam sintomas semelhantes a outras doenças respiratórias, como resfriados ou gripes.

Os sintomas comuns incluem sintomas leves a graves de febre, tosse e falta de ar que geralmente começam entre 2 a 14 dias após a exposição.

Menos comumente, dor de garganta e diarreia foram relatados em alguns pacientes.

Muitos pacientes com complicações graves do vírus desenvolvem pneumonia nos dois pulmões.

Atualmente, os pesquisadores pensam que cerca de 1% dos casos de coronavírus resultarão em morte. No entanto, a taxa de mortalidade varia de acordo com a idade, sendo que os idosos com condições pré-existentes têm maior probabilidade de morrer.

Idosos correm maior risco de complicações e morte
Geralmente, com uma doença respiratória como a gripe sazonal, os idosos têm maior risco de infeção e desenvolvem complicações como pneumonia. O coronavírus, COVID-19, parece estar a seguir o mesmo padrão.

Os idosos são mais vulneráveis porque os seus sistemas imunológicos são mais fracos devido à idade e, muitas vezes, agravados por fragilidade ou doenças crónicas como diabetes, doença pulmonar obstrutiva crónica ou doença cardíaca. Isso reduz a capacidade do corpo de lidar e se recuperar de uma doença.

De acordo com a Comissão Nacional de Saúde da China, cerca de 80% das pessoas que morreram do vírus na China tinham mais de 60 anos de idade. Os estudos no The Lancet descobriram uma idade média de 55 anos, entre os cidadãos chineses que desenvolveram pneumonia, como resultado da infeção por coronavírus.

Isso é semelhante ao padrão observado na gripe sazonal. Na maioria das temporadas de gripe, a maioria das mortes ocorre em pessoas com 65 anos ou mais.

A vacina contra a gripe fornece proteção contra o coronavírus?

De acordo com Nancy Messonnier, diretora do Centro Nacional de Doenças Respiratórias do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA, não há evidências de que a vacina contra a gripe ou a vacinação pneumocócica forneçam proteção contra o coronavírus.

Mas, de acordo com o Dr. Trish Perl, especialista em doenças infeciosas do Centro Médico Sudoeste da Universidade do Texas, é possível que o coronavírus, lesionando células pulmonares, possa facilitar a pneumonia nas pessoas que também sofrem da gripe. ou pneumonia bacteriana. Portanto, especialistas em doenças infeciosas recomendam fortemente a vacinação contra a gripe como forma de se preparar para o coronavírus.

Para idosos, a vacina contra a gripe e a vacina pneumocócica podem aumentar as probabilidades de permanecer saudável.

As máscaras protegem contra o coronavírus?

As máscaras cirúrgicas são comuns em áreas com surtos de coronavírus. Mas elas são eficazes na proteção contra infeções?

Especialistas dizem que oferecem alguma proteção, mas somente quando usadas adequadamente.

De acordo com Amesh Adalja, médico de doenças infeciosas e pesquisador sénior do Centro de Segurança em Saúde da Universidade Johns Hopkins, “uma máscara descartável típica pode ajudar a impedir que gotículas de partículas grandes atinjam a sua boca e nariz - duas áreas comuns em que vírus entram no corpo. "

Atualmente, a Organização Mundial de Saúde não recomenda que as pessoas que estão bem usem uma máscara facial, a menos que seja recomendado por um profissional de saúde.

Além disso, uma máscara facial restringirá a respiração. Portanto, se alguém já tem uma condição de saúde que afeta a sua capacidade de respirar, usar uma máscara facial pode fazer mais mal do que bem.
Se tem dúvidas acerca se a pessoa idosa deve ou não usar uma máscara facial, consulte primeiro o médico de família.
No entanto, as máscaras faciais devem ser usadas por pessoas que apresentem sintomas do COVID-19. Isso ajuda a impedir a propagação da doença a outras pessoas. Eles também devem ser usadas por pessoas que cuidam de alguém que está doente.

Existe uma vacina ou tratamento contra coronavírus?
Atualmente, não há vacina ou cura para o coronavírus, mas cientistas e empresas farmacêuticas estão a trabalhar “duro” para realizar uma vacina. Alguns testes estão programados para começar em abril.

De acordo com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde "mais de 20 possíveis vacinas destinadas a prevenir a doença por coronavírus estão em desenvolvimento em todo o mundo".

Além disso, tratamentos para ajudar os pacientes a curar ou aliviar os sintomas já estão em testes clínicos.

Cuidado com curas falsas de coronavírus !!!
Esteja ciente e evite produtos falsos que pretendem curar o coronavírus.

Os burlões e ladrões aproveitam o medo e a confusão do público para vender medicamentos, suplementos ou tratamentos falsos, especialmente na internet.



|Fonte: Dailycaring.com|
P.S. Idoso
INFORMAÇÃO
6 Etapas para bem envelhecer em casa
Prime Senior Editor
1. Uma das primeiras coisas que pode fazer é certificar-se de que a sua casa, apartamento ou moradia está configurado para ser um lugar seguro e fácil para se mover. Faça uma verificação de segurança doméstica para reduzir o risco futuro de um acidente ou queda. Existem inúmeras ajudas técnicas que pode usar para facilitar a sua vida;

2. Manter-se em boa forma física é crucial para ajuda-lo a permanecer independente em casa o maior tempo possível. Manter um estilo de vida saudável para o coração que inclui uma dieta equilibrada, exercícios regulares e stress minimizado pode ajudá-lo a evitar condições graves de saúde, como doenças cardíacas, artrite, demência e depressão.

3. É importante poder ir para o exterior da habitação e conduzir é apenas uma das muitas opções para chegar onde precisa ir. Veja que transportes públicos estão disponíveis para si, converse com amigos e familiares sobre como eles podem ajudar com passeios e se familiarizar com as companhias locais de táxi ou com os serviços de partilha de viagens.

4. Não precisa de ter um computador para se manter em contato com amigos e entes queridos de todo o mundo. Familiarizar-se com o seu smartphone ou programas de partilha de mensagens de vídeo e tablet podem ajudar a mantê-lo conectado no conforto da sua sala de estar. Também descobrirá o que está acontecer na sua comunidade e acessará serviços úteis, como serviço de entrega de supermercados e serviços de táxi, por exemplo.

5. Envelhecer pressupõe mudança de necessidades de saúde, e a maioria de nós que envelhece em casa acabará por precisar de alguma forma de cuidados de longo prazo. Procurar alternativas, como o seguro ou ter um pé-de-meia para poder pagar nos cuidados que pode vir a precisar é uma boa opção;

6. Não só é benéfico preparar-se financeiramente para futuras necessidades de cuidados domiciliarios, mas também ajuda ter um plano sobre quem estará lá para cuidar de si e que tipos de cuidados e em que situações não deseja.

Ao seguir estas etapas, estará no caminho certo para viver a vida que quer em casa agora e nos próximos anos.



|Fonte: Seniorsathome.jfcs.org|
Manual de emergência
INFORMAÇÃO
Manual de emergência
Prime Senior Editor
Sendo a PrimeSenior uma entidade com responsabilidade social, não poderia ficar indiferente a esta pandemia, que cada vez mais se instala em Portugal. Vivemos momentos difíceis e neste sentido a PrimeSenior achou por bem desenvolver um “Manual de Emergência” com o intuito de ajudar TODOS os idosos e os seus cuidadores!

O “manual de emergência” pode ser usado por qualquer pessoa, que preste ou pretenda prestar cuidados a idosos, e permite confirmar/checkar e registar as tarefas que são realizadas, não só como forma de orientar, como também de registar a sua realização. É um “manual de links” que acede a informações/ documentos/ infográficos com assuntos importantes (e práticos - direcionados para o saber fazer), pertinentes e que poderão ajudar quem está no terreno a prestar cuidados a idosos.

Informações mais teóricas sobre os temas abordados no manual, ou outros, podem ser consultados na plataforma primesenior.com.

A primesenior.com criou a Bolsa de Ajudas Covid-19, e como alguns voluntários não têm a formação necessária, este Manual de Emergência ganha ainda mais importância.
Com o número de infetados pelo COVID-19 está constantemente a aumentar, alcançando já instituições e cuidadores de idosos, e estes (os idosos), independentemente das condições adversas continuam a necessitar dos cuidados. Em alguns casos, poderá haver mesmo a necessidade de pessoas alheias aos cuidados terem que os realizar e é importante que se sintam apoiados e orientados. Para os que já estão ambientados, servirá para ajudar a que nada seja esquecido, de modo a que consigam direcionar a sua atenção para outros assuntos.

O objectivo principal deste manual é contribuir para a qualidade dos cuidados aos idosos, mas também, preparar (se possível) os idosos para possíveis situações de isolamento. Neste sentido o manual também é útil para alguns idosos.

Usem e partilhem!


Link para download do manual de emergência: https://www.primesenior.com/_manual_de_emergencia_3
P.S. Bomba
INFORMAÇÃO
Condições de saúde crónicas e a gripe – a combinação mortal
Prime Senior Editor
A gripe pode causar complicações graves, como pneumonia e bronquite, que por sua vez, podem exigir hospitalização. Em alguns casos, essas complicações podem causar a morte.

As pessoas idosas que têm condições crónicas de saúde estão particularmente em risco por várias razões", de acordo com Tom Skinner, diretor sênior de relações públicas do CDC. “Primeiro, o sistema imunológico enfraquece com a idade, deixando os adultos mais vulneráveis a doenças. Em segundo lugar, as condições crónicas de saúde podem exacerbar a gripe, tornando-a pior, o que leva a complicações sérias”. Da mesma forma, a gripe pode agravar os problemas crónicos de saúde.

Condições médicas que aumentam o risco de complicações relacionadas à gripe
  • Diabetes: pessoas com diabetes (tipo 1 ou tipo 2) têm alto risco de desenvolver complicações da gripe. Contrair uma doença como a gripe pode afetar os níveis de açúcar no sangue e causar picos de glicémia perigosos. Os diabéticos normalmente têm o sistema imunológico mais fraco, o que significa que até mesmo infeções menores podem tornar-se fatais com muita rapidez;
  • Asma, doença pulmonar crónica e DPOC - Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica: pessoas com condições respiratórias crónicas são mais suscetíveis a complicações da gripe devido à sua função pulmonar já estar comprometida. Qualquer infeção respiratória, incluindo a gripe, pode causar inflamação e estreitamento das vias aéreas, dificultando a respiração e a obtenção de oxigênio adequado. Esta inflamação pode levar a um aumento dos ataques de asma e exacerbações da DPOC. Na verdade, os adultos com asma têm mais probabilidade de desenvolver pneumonia após contrair a gripe do que os que não têm;
  • Doença cardíaca: embora as condições cardíacas não aumentem necessariamente o risco de contrair a gripe, elas aumentam o risco de complicações. Indivíduos com doenças cardíacas, defeitos cardíacos congénitos, insuficiência cardíaca congestiva, doença arterial coronariana e uma história de acidente vascular cerebral que contraiem a gripe, têm um risco elevado de ataque cardíaco e derrame, que pode ser mortal;
  • Doenças renais: a doença renal crónica pode enfraquecer a capacidade do organismo em combater infeções como a gripe. Consequentemente, a gripe pode exacerbar os sintomas da doença renal e danificar esses órgãos vitais. Em indivíduos que receberam transplante renal e que contraem a gripe podem até mesmo haver rejeição do novo rim;
  • Distúrbios do fígado: assim como em indivíduos com função renal limitada, a gripe pode agravar a doença hepática. A gripe também pode fazer com que o corpo rejeite um fígado transplantado. Infelizmente, os medicamentos que os indivíduos com doença hepática e renal podem tomar para ajudar a tratar o vírus da gripe são limitados porque muitos deles são metabolizados por esses órgãos. Se o rim e o fígado já estiverem comprometidos, a ingestão de certos medicamentos pode causar danos adicionais;
  • Condições neurológicas: problemas de saúde como epilepsia, doença de Parkinson, história de derrame cerebral e doença de Huntington podem enfraquecer a capacidade do corpo de combater a gripe;
  • Cancro e HIV: qualquer doença ou plano de tratamento que cause enfraquecimento do sistema imunológico, como o HIV e a quimioterapia, pode aumentar a probabilidade de uma pessoa contrair a gripe e desenvolver complicações relacionadas.

Sinais de complicações graves da gripe
Procure imediatamente apoio médico, na presença de qualquer um dos seguintes sintomas, em um idoso com gripe:
  • Dificuldade em respirar ou dor no peito;
  • Descoloração roxa ou azul dos lábios;
  • Vómitos e incapacidade de manter líquidos;
  • Sinais de desidratação (e.g. sentir-se tonto quando em pé e incapacidade de urinar);
  • Convulsões (convulsões não controladas);
  • Confusão;
  • Mudanças na capacidade de resposta.
Como prevenir a gripe e as complicações relacionadas?
Para reduzir o risco de contrair a gripe e desenvolver sérias complicações, é aconselhado que os idosos e os seus familiares recebam as vacinas anuais contra a gripe - a prevenção é extremamente importante. Para os idosos a vacina é gratuita, para os familiares poderá ser também – fale com o médico de família acerca desta hipótese.

A vacina da gripe é atualizada a cada ano com base em dados de um sistema mundial de rastreamento de vírus, que ajuda as autoridades de saúde pública a preverem quais as famílias de vírus que circularão durante a próxima temporada.



|Fonte: Agingcare.com|