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Prestação de Serviços de Apoio de Domiciliário
Sem Desavenças. Lda

O SAD consiste numa resposta social que tem como objectivo a prestação de cuidados individualizados e personalizados no domicílio a pessoas idosas e/ou dependentes, quando, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar temporária ou permanentemente a satisfação das suas necessidades básicas e/ou actividades da vida diária.
P.S. Cerebro
INFORMAÇÃO
Demência frontotemporal
Prime Senior Editor
Sobre a demência …
Durante várias décadas, a demência frontotemporal foi considerada rara e difícil de diferenciar da demência de Alzheimer, mas estudos mais recentes mostram que a demência frontotemporal apresenta características próprias e que se distinguem de forma bem clara da demência de alzheimer.

Sinais e sintomas:
De um modo geral, a demência frontotemporal afeta mais a personalidade, o comportamento e a função da linguagem e menos a memória em comparação com a doença de Alzheimer. As pessoas com demência frontotemporal têm dificuldade de pensar de forma abstrata, ficar atentas e recordar o que foi dito. Têm dificuldade em expressar ideias ou fazer ações para uma tarefa na ordem certa (em sequência). Ficam facilmente distraídas. No entanto, vulgarmente, permanecem cientes da hora, data e local e são capazes de fazer as suas tarefas diárias.
Os músculos podem ser afetados. Quando afetados os músculos da cabeça e do pescoço, fazem com que seja difícil engolir, mastigar e falar.
Diferentes tipos de sintomas podem surgir, dependendo de qual parte do lobo frontal ou temporal é afetado, mas de um modo geral, incluem
• Mudanças na personalidade e no comportamento;
• Problemas com a linguagem.
As pessoas podem ter mais do que um tipo de sintomas, conforme a demência vai progredindo

O diagnóstico …

O diagnóstico da demência frontotemporal baseia-se em:
• Sintomas, que são identificados em conversa com a pessoa e seus familiares ou outros cuidadores;
• Resultados de um exame físico, incluindo um exame neurológico;
• Resultados do teste de estado mental;
• Resultados de testes adicionais, como tomografia computadorizada (TC) ou imagem por ressonância magnética (IRM).

Existe tratamento?
Não há tratamento específico para a demência frontotemporal. À semelhança de outros tipos de demência, o tratamento incide e no controlo e alivio de alguns sintomas da doença, de modo a que a pessoa tenha uma melhor qualidade de vida.

Curiosidades
A prevalência da demência frontotemporal é baixa - aproximadamente 1 a cada 10 demências é uma demência frontotemporal.

Este tipo de demência, geralmente, desenvolve-se em pessoas com mais de 65 anos. Homens e mulheres são afetados de forma quase igual.



|Fonte: Manual MSD|
P.S. Bebet
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Demência alcoólica
Prime Senior Editor
Sobre a demência …
O consumo excessivo de álcool pode danificar as células nervosas do cérebro e esses danos nas células podem afetar várias capacidades e competências da pessoa em causa.

As carências nutricionais, geralmente, ligadas ao consumo excessivo de álcool podem também contribuir para a demência alcoólica. Nestes casos, o cérebro pode ficar lesado através das carências vitamínicas, nomeadamente a tiamina (vitamina B1), pois o álcool afeta a absorção e utilização da tiamina (o consumo excessivo pode levar à carência desta vitamina).

Sinais e sintomas:
Ainda que os sintomas da demência alcoólica possam variar de pessoa para pessoa, os mesmos podem incluir:
• Dificuldade para aquisição de novos conhecimentos;
• Problemas na memória a curto-prazo;
• Alterações da personalidade;
• Dificuldades no pensamento lógico e em tarefas que requeiram capacidades de planeamento, organização e discernimento;
• Fracas competências sociais;
• Problemas de equilíbrio;
• Diminuição da iniciativa.

Fatores de risco
Qualquer individuo que ingira quantidades excessivas de álcool durante vários anos pode desenvolver demência alcoólica. O risco aumenta notavelmente nas pessoas que bebem regularmente quantidades elevadas de álcool.

Existe tratamento?
A progressão deste tipo de demência pode ser impedida caso haja uma abstenção total do consumo de álcool, a adoção de um estilo de vida saudável e a toma de suplementos vitamínicos.

Se continuar a haver um com consumo excessivo de álcool os sintomas da demência tenderão a agravar-se.

Curiosidades
A demência alcoólica é mais frequentemente em homens com idades entre os 45 e 65 anos e com uma história longa de abuso de álcool, embora possa afetar indivíduos de ambos os sexos e de qualquer idade.



|Fonte: Alzheimer Portugal|
P.S. Andar
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Parkinson
Prime Senior Editor
A evolução da doença …
De seguida encontra-se um sistema comumente usado para descrever como os sintomas da doença de Parkinson progridem.

Fase I:
• Os sintomas tendem a ser leves;
• Sinais e sintomas apenas de um lado do corpo;
• A condição geralmente aparece como o tremor de um membro;
• É usual que as pessoas que são mais próximas notem mudanças na postura, locomoção e expressão facial.

Fase II:
• Os sintomas são bilaterais - afetam ambos os lados do corpo;
• Os sintomas começam a interferir na realização de atividades de vida diária;
• A postura e marcha são afetadas.

Fase III:
• Desaceleração significativa dos movimentos do corpo;
• Comprometimento precoce do equilíbrio na caminhada ou em pé;
• Disfunção generalizada moderadamente grave.

Fase IV:
• Sintomas graves;
• A pessoa ainda consegue andar, mas não como antes;
• Rigidez e bradicinesia;
• A pessoa não é capaz de satisfazer as suas necessidades básicas sem ajuda;
• O tremor pode ser menor que nas fases anteriores.

Fase V:
• A pessoa fica totalmente inválida;
• A pessoa não consegue ficar de pé ou andar;
• A pessoa necessita de cuidados de enfermagem constantes.

Para medir a intensidade dos sintomas, em cada fase, existem escalas de avaliação geriátrica que podem ser usadas.

Sinais e sintomas:
Ainda que possam variar de caso para caso, os sintomas da doença de Parkinson estão intimamente ligados aos movimentos. Por norma, a doença começa por afetar os membros de um lado do corpo e podem ser mais intensos em momentos de maior tensão.

Com a progressão da doença, esses sinais podem afetar ambos os lados do corpo, mas serão sempre mais intensos do lado onde se manifestaram pela primeira vez. Entre os sintomas mais comuns destacam-se:
• Tremores: movimentos involuntários dos membros, em especial nas mãos e dedos (principalmente com o contacto sistemático entre o polegar e o indicador);
• Lentidão dos movimentos (bradicinesia): redução da capacidade de movimentos ou na acentuada redução da sua dinâmica, o que dificulta a realização de tarefas básicas como comer ou beber;
• Rigidez muscular: pode acontecer em qualquer parte do corpo. Dificulta a movimentação e pode provocar dores;
• Perda de equilíbrio: deriva de uma alteração da postura;
• Perda de movimentos automáticos: muitas vezes os doentes de Parkinson não conseguem realizar movimentos inconscientes como piscar os olhos ou balançar os braços ao andar;
• Alteração da fala: dificuldade no discurso, alteração da voz e tendência para falar de forma monótona;
• Dificuldade em escrever: a caligrafia pode ser muito afetada.

Fatores de risco
Desconhece-se as causa da doença de Parkinson, no entanto é consensual que a mesma possa estar ligada a fatores genéticos e fatores tóxicos ambientais tais como a exposição tóxica a herbicidas e pesticidas.
No que toca aos fatores de risco, o envelhecimento, a hereditariedade e ser do género masculino são os mais decisivos.

O diagnóstico …
Dado que não existem marcadores biológicos da doença de Parkinson, o seu diagnóstico é essencialmente clínico, baseado em exames físicos e neurológicos.

Existe tratamento?
A doença de Parkinson não tem cura mas existem formas terapêuticas para minimizar os sintomas e permitir uma melhoria da qualidade de vida.

Curiosidades
Devido à sua origem desconhecida e multifatorial, ainda não existem muitas conclusões sobre a prevenção da doença de Parkinson. No entanto, algumas pesquisas indicam que a cafeína – presente no café, chá e alguns refrigerantes – pode reduzir o desenvolvimento da patologia.

O exercício físico é essencial para promover a mobilidade e os seus resultados podem ter efeitos positivos na autoestima e autonomia do doente.



|Fonte:Medis.pt e AgingCare.com|
P.S. Medico
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Demência vascular
Prime Senior Editor
A evolução da doença …
De um modo geral, a demência vascular vai progredindo por fases, ou seja, as capacidades da pessoa vão-se deteriorando à medida que vão ocorrendo enfartes. Os sintomas podem se agravar de forma súbita, em seguida, estagnar ou diminuir um pouco.

No caso de não ocorrerem mais enfartes, as capacidades das pessoas com demência vascular podem estabilizar e em alguns casos, melhorar. No entanto, estas melhorias podem não ser duradouras..

Em média, as pessoas com Demência Vascular sofrem um declínio mais rápido do que das pessoas com Doença de Alzheimer e morrem, geralmente, de paragem cardiorrespiratória ou de um grande enfarte.

Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da demência vascular são semelhantes àqueles de outras demências (perda de memória, função executiva prejudicada, dificuldade de iniciar ações ou tarefas, raciocínio lento, alterações de personalidade e humor, alterações de linguagem). No entanto, em comparação com a doença de Alzheimer, a demência vascular tende a causar perda de memória mais tarde e afetar a função executiva mais precocemente. Além disso, os sintomas podem variar dependendo de onde o enfarte ocorre.

Fatores de risco
Os fatores de risco para a demência vascular incluem:
• Ter a pressão sanguínea alta
• Ter diabetes
• Ter aterosclerose
• Ter fibrilação atrial, um tipo de ritmo cardíaco irregular
• Ter altos níveis de gorduras (lipídios), incluindo o colesterol
• Fumar (atualmente ou no passado)
• Ter sofrido um acidente vascular cerebral
Pressão sanguínea alta, diabetes e aterosclerose danificam os vasos sanguíneos no cérebro.

A fibrilação atrial aumenta o risco de acidentes vasculares cerebrais devido a coágulos sanguíneos do coração. As doenças que causam coagulação excessiva também aumentam o risco de acidente vascular cerebral. Ao contrário de outros tipos de demência, a demência vascular pode ser prevenida através da correção ou eliminação de fatores de risco de acidentes vasculares cerebrais.

O diagnóstico …
O diagnóstico de demência é baseado:
• Nos sintomas, que são identificados ao se falar com a pessoa, os seus familiares ou outros cuidadores;
• Nos resultados de um exame físico;
• Nos resultados do teste de estado mental;
• Nos resultados de testes adicionais, como tomografia computadorizada (TC) ou imagem por ressonância magnética (IRM)
Existe tratamento?
Embora não exista tratamento que possa reverter os danos já realizados, é muito importante fazer um tratamento para prevenir outros enfartes. Estes podem ser prevenidos através da prescrição de medicamentos para controlar a tensão arterial elevada, colesterol elevado, doença cardíaca e diabetes. Fazer uma dieta saudável, exercício físico e evitar hábitos tabágicos e o consumo excessivo de álcool também diminui o risco de futuros enfartes.

Curiosidades
A demência vascular é a mais vulgar entre as demências secundárias, ocupando o segundo lugar entre todos os quadros demenciais, depois da doença de alzheimer, sobretudo na faixa senil.

A estimativa global é de 15-20%, sendo de 2% na população de 65-70 de idade e de 20-40% na de acima de 80 anos de idade.

É mais comum em homens que em mulheres.



|Fonte: Manual MSD|
P.S. Alimentação
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5 Dicas para fazer refeições fora, com idosos demenciados
Prime Senior Editor
5 dicas para jantar fora com idosos com demência

1. Escolha um restaurante que atenda às suas necessidades: pessoas com demência são mais sensíveis ao ambiente. Encontrar um restaurante que não cause agitação, ansiedade ou confusão ajuda o idoso a divertir-se e diminuir a probabilidade de ter um incidente.

Escolher um restaurante com um ambiente mais calmo e silencioso provavelmente tornará o passeio mais fácil e mais agradável. Um restaurante que é familiar para a pessoa idosa também é uma boa escolha, já que é mais provável que ele se sinta mais confortável.

Escolher um local com acesso ao WC fácil e um que seja grande o suficiente para que, se necessário, lhe possa ser dada assistência, é crucial.

2. Escolha uma hora ideal: as pessoas, geralmente, têm horas do dia em que se sentem melhor. Sair para uma refeição durante a sua “melhor” hora do dia, torna mais provável que seja bem-sucedida e agradável.

3. Leve itens úteis para a refeição: para facilitar a alimentação, leve os itens úteis e que a pessoa usa normalmente durante uma refeição.

São alguns exemplos: copo com pegas adaptadas, manta para colocar em cima das pernas, palhinhas, (…).

4. Peça ajuda extra no restaurante: no restaurante, considere pedir para se sentar numa mesa em lugar mais tranquilo ou onde a pessoa idosa se possa se sentar de costas para a multidão. Para além de os deixar menos expostos, no caso de terem que usar alguma ajuda técnica, também facilita que fiquem menos agitados.

Quando estiver sentado, informe o servente sobre necessidades especiais, como guardanapos ou utensílios extras.

Ajudar o idoso a pedir também evita que eles fiquem confusos ou sobrecarregados. Sugira uma ou duas opções de refeição que sabe que gostam, leia certas partes do menu ou aponte uma ou duas fotos.

Ir ao WC de um lugar desconhecido pode ser difícil para alguém com demência. Se a pessoa precisar de usar o WC, certifique-se de ir e fornecer assistência, para e evitar um acidente ou qualquer problema.

5. Deixe que os outros saibam que a pessoa tem demência (opcional): alguns consideram útil passar essa informação, pois se algo ocorrer não se sentem tão constrangidos. No caso de optar por passar essa informação certifique-se que a pessoa em causa não se apercebe, para que ela própria não se sinta mal com isso.


|Fonte: Dailycaring.com|