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P.S. Apoio em Casa
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Convencer um idoso a aceitar o apoio domiciliário
Prime Senior Editor
Encontram-se de seguida algumas estratégias para tornar essa conversa um pouco mais fácil para todos os envolvidos:

1. Coloque-se no lugar deles: os idosos, em geral, sentem-se como se estivessem, gradualmente, a perder o controlo sobre a sua própria vida. Com a sua liberdade e independência aparentemente em risco, um idoso pode começar a sentir-se hostil e ressentido com os membros da família bem-intencionados que estão a tentar ajudá-lo. Esteja atento a esses sentimentos e tente abordar o tema da contratação de um cuidador profissional com sensibilidade e empatia.

2. Escolha o melhor local: planeie, com antecedência, onde deseja que a conversa ocorra. Escolha um local que seja silencioso e que tenha poucas distrações (televisão, rádio, muitas pessoas). Certifique-se de estar sempre de frente para a pessoa idosa enquanto falam.

3. Fale com calma e clareza: evite levantar a voz ou gritar durante a conversa. Se a pessoa tem problemas de audição, mantenha a sua voz baixa e certifique-se de falar com calma e corretamente.

4. Não infantilize: ninguém gosta de ser tratado, especialmente quando a pessoa tem uma idade superior à da pessoa com quem está a falar, de forma infantil. Mesmo que esteja a falar com alguém, com algum tipo de demência, não infantilize, não fale da mesma forma, nem no mesmo tom que usaria para falar com uma criança.

5. Ouça o que eles têm para dizer: certifique-se de que realmente está a ouvir o que a pessoa lhe está a dizer. Tente não interromper ou preencher o silêncio durante a conversa. Quando for a sua vez de falar, resuma o que acha que a pessoa acabou de dizer e depois peça esclarecimentos, se necessário.


Para um qualquer idoso, reconhecer que não é mais capaz de ser completamente autónomo será difícil e a aceitação total dessa situação, muito provavelmente, não acontecerá da noite para o dia. É importante “dar” o tempo e o espaço de que a pessoa precisa, para aceitar que a sua condição mudou.

Assim que a pessoa idosa aceite que já não é mais capaz de realizar certas tarefas, será mais fácil convencê-la a aceitar a ajuda de um cuidador profissional.



|Fonte: AgingCare.com|
P.S. Medicação
INFORMAÇÃO
9 Perguntas importantes quando se compra a medicação
Prime Senior Editor
1. Qual é o nome de marca e nome genérico do medicamento? O comprimido corresponde ao que o médico receitou? Se não, por quê?
Confirmar o nome do medicamento e se o médico solicitou o medicamento de marca ou medicação genérica ajuda a evitar erros de medicação.

2. Para que serve o medicamento? É para substituir algum?
Para muitos idosos, vários medicamentos podem ser necessários para melhor gerir a sua condição de saúde, ou mesmo para gerir os efeitos colaterais de um tratamento primário necessário.

Entender o que uma medicação deve tratar é essencial para garantir que a pessoa apenas toma os medicamentos que necessita no momento. Isso ajuda a reduzir a possibilidade de ocorrerem interações medicamentosas negativas e efeitos colaterais indesejados.

3. Existem medicamentos duplicados ou desnecessários?
Às vezes, ir a mais do que um médico faz com que os vários profissionais prescrevam o mesmo tipo de terapia, mas com uma medicação diferente – o que pode causar efeitos colaterais indesejáveis. Tal situação, é especialmente problemática com medicamentos para pressão arterial alta e antidepressivos.

Se o farmacêutico tiver conhecimento de todos os medicamentos que a pessoa toma, ele poderá confirmar e garantir que isso não acontece.

4. Como e quando o medicamento deve ser tomado?
Todas as instruções importantes devem ser claramente exibidas no rótulo da prescrição, mas perguntar ao farmacêutico ajuda a esclarecer qualquer coisa que esteja um pouco confusa e garante que a pessoa não sentirá falta dos detalhes principais.

Como cuidador, trata-se de uma informação essencial e que dá confiança para a organização das doses as diárias e planeamento de refeições.

5. O que se deve fazer se não tomar uma dose? E se tomar doses a mais?
Esta é uma questão importante para uma variedade de medicamentos, em que a pessoa pode adoecer por, acidentalmente, se esquecer de tomar ou tomar dose superior às indicadas.

Como cuidador, perguntar antecipadamente significa que saberá como responder caso ocorra um erro.

6. Quando é que o medicamento começa a atuar? Existe alguma coisa que se deva estar especialmente atento, como reações alérgicas ou efeitos colaterais?
Um farmacêutico que está ciente de todos os medicamentos que um paciente está a tomar pode apontar possíveis efeitos colaterais, como um aumento do risco de dores de estômago devido à combinação específica de tratamentos, por exemplo.

7. Deve-se evitar outros medicamentos, suplementos alimentares, alimentos ou atividades enquanto se estiver a tomar o medicamento?
Essa é uma informação importante que deve ser incluída no rótulo de prescrição, mas pedir ao farmacêutico ajuda para abordar os pontos mais relevantes poderá ser crucial.

8. Como a medicação deve ser armazenada?
Um local quente e húmido muitas vezes não é o melhor lugar para armazenar certos medicamentos. Perguntar ao farmacêutico sobre o armazenamento ajuda a manusear os medicamentos com segurança.

9. Os medicamentos são para tomar durante quanto tempo?
Alguns medicamentos destinam-se a uso a curto prazo para condições agudas, como antibióticos para tratar uma infeção ou analgésicos para um osso partidos ou recuperação pós-operatória.

Outros medicamentos, como os indicados para tratar a pressão artéria alta, diabetes ou colesterol, podem ser necessários para o resto da vida.

Certifique-se de entender quanto tempo cada medicação específica precisa ser tomada e quando deverá ser feita uma reavaliação.




|Fonte: DailyCaring.com|
P.S. Cadeira de Rodas
INFORMAÇÃO
3 Dispositivos que melhoram a segurança e a independência de pessoas idosas
Prime Senior Editor
Convencer alguém a usar um dispositivo de mobilidade pode ser um desafio. Um pouco de paciência e audição podem tornar a tarefa mais simples.

Ao discutir problemas de mobilidade com pessoas idosas, é importante perceber que o medo do envelhecimento é muito real e mais vulgar do que se possa pensar. Este medo pode impedir que uma pessoa, normalmente racional, aceite a ajuda de que precisa.

Muitos idosos temem perder a sua independência. Ser informado de que eles precisam de ajuda pode ser doloroso para o orgulho deles, por isso é importante fazer uma abordagem delicada.

Em vez de confrontar abertamente a pessoa e exigir que ele faça mudanças, organize uma conversa de “coração para coração” num ambiente calmo.

Deixe-os saber que, embora precisem de ajuda para se locomoverem, continuam a ser a mesma pessoa que sempre foram.

Envelhecer com segurança é possível para muitos idosos. Os seguintes dispositivos (comuns) de mobilidade podem facilitar a locomoção dos idosos e mantê-los independentes.

1. Bengalas e andarilhos: são exemplos alguns dos dispositivos de mobilidade bastante comuns no mercado. Podem fazer toda a diferença para os indivíduos que sofrem de dores no corpo, fraqueza ou problemas de equilíbrio.

Ambos ajudam os idosos a andar com mais segurança e conforto, mantendo uma postura saudável. Além disso, existem muitos tipos diferentes bengalas e andadores.

Sobre as bengalas, poderá ser útil a leitura do post “Como escolher a bengala corrreta”, cujo link de acesso direto é « https://www.primesenior.com/_como_escolher_a_bengala_certa_2». Este post dá indicações claras sobre como escolher a bengala que melhor se adequa à pessoa idosa.

2. Elevadores de escada/ cadeiras elevatórias: subir e descer escadas várias vezes ao dia pode ser difícil para muitos idosos e, para alguns, até impossível.

Se as escadas são um desafio para a pessoa idosa, pode querer considerar a instalação de um elevador de escada em casa.

Uma cadeira elevatória é uma cadeira presa a um trilho motorizado. A pessoa fica sentada na cadeira e ela sobe e desce as escadas. Este dispositivo permite que alguém suba e desça os degraus com pouco ou nenhum esforço.

Estes elevadores de escadas podem ser instalados em escadas retas e curvas e, geralmente, podem ser personalizados para combinar com a decoração da casa.

3. Cadeiras de rodas elétricas: permite que alguém com fraqueza ou paralisia na parte inferior do corpo se desloque com facilidade e rapidez.

Antes de proceder à aquisição de um qualquer dispositivo de mobilidade, é importante que fale sobre o assunto com o médico de família, para que este dê os seus conselhos, baseado nos conhecimentos clínicos que detém da pessoa.



|Fonte: DailyCaring.com|
P.S. Alucinação
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10 Maneiras de responder às alucinações de idosos demenciados
Prime Senior Editor
1. Avalie se uma intervenção é necessária: o primeiro passo é determinar se a alucinação está a incomodar a pessoa idosa.

Se for agradável, talvez não seja necessário responder ou chamar a atenção. Apenas saiba e aceite que é um sintoma de demência e, felizmente, não está a causar sofrimento.

Se a alucinação está a perturbar a pessoa, então é necessário fazer algo, rapidamente, para fornecer conforto e tranquilidade.


2. Mantenha a calma e não discuta nem tente convencer usando a lógica: quando alguém está a ter uma alucinação derivada à demência, é importante manter a calma e evitar contradizer essa pessoa. O que a pessoa está a ver é um sintoma de demência, mas é muito real para ela.

Tentar explicar que isso não é real simplesmente não vai funcionar derivado ao dano que a demência causou no cérebro da pessoa. Na verdade, saber que não acredita neles pode deixá-los ainda mais chateados e agitados.

Se eles estão calmos o suficiente para explicar, pode ajudar, tentar entender o que eles estão a ver. Ouça com atenção e veja se consegue encontrar pistas sobre o que eles estão a visualizar. Tenha em mente que os danos causados pela demência no cérebro, podem afetar a sua capacidade de usar as palavras corretas. Por exemplo, eles podem dizer, sem querer, repolhos quando se referem a almofadas verdes.


3. Valide os seus sentimentos e dê garantias: tenha cuidado para não desvalorizar a experiência da pessoa demenciada. Expressões como "não seja tolo, não há nada ali", podem incomodá-los profundamente.

Concentre-se em ser gentil e em responder aos seus sentimentos, em vez das alucinações. Não precisa fingir que pode ver ou ouvir o que eles podem, apenas apoiar e fazer o que puder para aliviar qualquer medo ou ansiedade como se fosse uma ameaça real.


4. Verifique o ambiente e remova possíveis “armadilhas”: muitas vezes, as alucinações podem ser desencadeadas por coisas que se encontram no meio ambiente onde a pessoa está inserida. O cérebro da pessoa com demência pode interpretar visões e sons de maneira diferente, causando alucinações.

Coisas como uma TV ou rádio podem fazer as pessoas acreditarem que estranhos estão em casa, que o que está a acontecer na TV é real ou que eles estão a ouvir vozes. A iluminação fraca pode tornar os cantos sombrios e numa fonte de medo. Reflexos em pisos ou janelas brilhantes quando estão escuros e iluminados por dentro podem dar a impressão de que há pessoas na casa. Da mesma forma, os espelhos podem ser outra fonte de medo ou confusão.


5. Ofereça respostas e garantias simples: quando alguém está a ter uma alucinação, não dê explicações longas sobre o que está a acontecer. Tentar processar o que está a dizer pode aumentar o sofrimento deles.

Suavemente abraçando-os ou acariciando o seu braço ou ombro pode fornecer o conforto e tranquilidade que eles precisam, se estiverem com medo ou stressados.


6. Procure padrões: se as alucinações acontecem com frequência, é importante rastrear atividades e tentar encontrar um padrão.

Tomar notas ou manter um diário de alucinações pode ajudar a descobrir que certas alucinações acontecem numa determinada hora do dia, antes ou depois das refeições, ou estão relacionadas a uma necessidade física, como usar o WC ou sentir dor. Ou pode ser algo tão simples quanto uma mudança na rotina diária que os faça sentirem-se confusos ou desorientados e causar alucinações.

Manter um registo ou fazer anotações ajuda a procurar soluções e maneiras de evitar as situações que podem estar a provocar as alucinações.


7. Distraia e redirecione: outra técnica eficaz é distrair a pessoa da sua alucinação. Tente mudar o foco para uma atividade que eles gostam.

Outra maneira de distrair é direcionar a sua atenção para si em vez da alucinação. Se eles estiverem a ouvir vozes, converse com eles. É mais difícil ouvir essas vozes se estiver a conversar.


8. Obtenha apoio: cuidar de alguém com alucinações, derivadas da demência, é stressante. Pode ser uma grande ajuda saber que não está sozinho a lidar com problemas como esse. Partilhar a sua experiência e receber conselhos e dicas de outras pessoas pode facilitar a vida.

Grupos de apoio ao cuidador são uma excelente fonte de apoio, mesmo sendo online.


9. Converse com o médico para descobrir se existem causas médicas: é importante falar com o médico para saber se existem razões médicas por detrás das alucinações. Isso não muda a maneira como responde, mas pode ajudar a reduzir ou eliminar o comportamento.

Alguns problemas médicos que podem causar alucinações incluem desidratação, infeções urinárias, infeções nos rins ou na bexiga, lesões na cabeça causadas por uma queda ou dor. Se a pessoa iniciou recentemente um novo medicamento, pode ser um efeito colateral negativo desse medicamento ou uma interação com outro medicamento. Comunique imediatamente quaisquer alterações de comportamento ao médico.


10. Contacte o médico imediatamente se a sua segurança estiver em risco: se a pessoa idosa estiver gravemente angustiada com alucinações e isso fizer com que se magoe, entre em contato com o médico, imediatamente, para obter ajuda.

Quando falar com o médico, descreva os sintomas, com que frequência eles acontecem e se eles mudaram de intensidade ou frequência ao longo do tempo. Esta tarefa fica simplificada se tiver um registo que possa ajudar o médico a ter uma ideia mais clara do que está a acontecer.



|Fonte: DailyCaring.com|
P.S Entrevista
INFORMAÇÃO
Gerir comportamentos desafiadores da demência – as 4 questões mais populares
Prime Senior Editor
1. O meu pai, agora, comporta-se de maneira diferente. Sinto que não o conheço. Como posso relacionar-me melhor com ele?
A demência pode mudar o comportamento, a fala e as interações, mas a identidade da pessoa, essa não muda.

Procure novas maneiras de se “encontrar” com ele, como ouvir as suas músicas favoritas, ver fotos de períodos da vida marcantes, (…). Incidir sobre área do interesse dele é uma boa solução.


2. Eu não entendo o comportamento da minha mãe. Ela faz coisas onde existe um alto risco de se magoar e isso deixa-me frustrada. O que posso fazer para que pare?
Neste caso, a sua mãe precisa de um propósito ou tarefa para mantê-la ocupada e reduzir a necessidade de fazer tarefas que a colocam em risco. Como ela não pode planear atividades para si mesma, é importante que adapte algumas das suas atividades favoritas, para que continue a participar em atividades que sempre realizou.

Importante: Em vez de dizer á pessoa com demência o que não fazer, diga-lhe o que fazer. Dê instruções claras e adapte as atividades à sua habilidade atual.


3. Como faço para que minha mãe pare de recusar comida e ajude com as tarefas necessárias?
Não pode forçá-la a nada – tenha em mente isso!. É importante lembrar-se que uma pessoa com demência não é uma criança.

Quando alguém com demência se recusa a fazer algo, é preciso descobrir qual o motivo que leva a essa mesma recusa. Muitas vezes, a recusa advém do medo ou do desconforto físico. Se conseguir descobrir o motivo, estará no caminho certo para resolver o problema.

É importante que a pessoa com demência se habitue a uma rotina diária estruturada. Quando atividades diferentes acontecem em momentos diferentes a cada dia, a vida pode ser imprevisível e assustadora para a pessoa, pois não sabe o que vem a seguir.


4. A minha mãe diz que tem medo de coisas que claramente não existem. Como posso acalmá-la?
A primeira coisa a fazer é tratar tudo o que ela diz como se fosse real, porque para ela é.

A realidade dela não é a mesma que a sua, por isso é importante que se adapte. Contrariá-la ou tentar usar a razão para explicar o medo só a deixará mais assustada e/ou agitada.

Depois de concordar calmamente com ela, tente distraí-la com pensamentos ou atividades agradáveis. Olhar para as suas fotos favoritas, comer ou beber algo que goste pode ajudar a consolá-la e acalmá-la.



|Fonte: DailyCaring.com|
P.S. Idoso - Medica
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Envelhecimento e problemas de memória
Prime Senior Editor
A memória …

As memórias são armazenadas no cérebro. À medida que o cérebro vai envelhecendo e vai armazenando cada vez mais informação, o acesso às mesmas já não se processa de forma tão rápida e simples, como antes.

Processos fisiológicos como fadiga, fome, má nutrição, álcool, drogas e doenças afetam a capacidade de recordar. O estado emocional de alguém - se está relaxado, feliz e contente - também ajuda a melhorar a acuidade mental. Estar numa situação social confortável, em oposição a ficar pouco à vontade ou em confronto, também afeta as habilidades mentais e as lembranças de alguém.

O ambiente tem interferência na memória, portanto organizar-se, usar dispositivos auxiliares, como calendários, listas de contatos, dispositivos portáteis, etc., pode fazer uma grande diferença na forma como a mente e memória funcionam.

Manter a mente ativa ao aprender continuamente, ler e jogar jogos que exigem habilidade intelectual, também é excelente.


Quando se deve preocupar? Quando deve começar a preocupar-se em relação à perda de memória?


A perda de memória grave, geralmente, começa com a incapacidade de recordar eventos recentes, mas com a preservação da capacidade de recordar eventos ocorridos há anos atrás.

Quando a perda de memória começa a afetar a capacidade de realizar as atividades de vida diária, como encontrar o caminho para um lugar familiar ou realizar uma tarefa que anteriormente poderia fazer com facilidade e agora não, significa precisa de se preocupar. Se já foi bom na cozinha com receitas ou prático com reparos e agora não consegue, mesmo quando as condições são ótimas, então, muito provavelmente, tem um problema e deve procurar ajuda. Outros sinais de alerta incluem ter dificuldade para aprender, repetir as mesmas frases ou histórias na mesma conversa, problemas em lidar com dinheiro, problemas na capacidade verbal ou não conseguir realizar atividades diárias. Todos os indicadores enumerados são indicadores de um problema que precisa ser reconhecido e abordado por profissionais de saúde com conhecimentos para tal.

A doença de Alzheimer, entre outro tipo de doenças, produz uma anormalidade do cérebro caracterizada pela perda progressiva da função mental com alterações físicas associadas. Infelizmente, a incidência da doença de Alzheimer multiplica-se a cada cinco anos após os 65 anos.




|Fonte: AgingCare.com|
P.S. Alzheimer
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Demência de Alzheimer – uma visão geral
Prime Senior Editor
Quais são os sintomas?
A perda de memória é um dos primeiros sintomas, juntamente com o declínio gradual de outras habilidades intelectuais e do pensamento, chamadas de funções cognitivas e mudanças na personalidade ou no comportamento.

Os sintomas da doença de Alzheimer incluem:
- Perda de memória;
- Deterioração da linguagem;
- Capacidade para manipular mentalmente informações visuais prejudicada;
- Confusão;
- Discernimento fraco ou diminuído;
- Inquietação e
- Alterações de humor.

Os primeiros sintomas, que incluem esquecimento e perda de concentração, são muitas vezes ignorados porque se assemelham a sinais característicos do envelhecimento, ao invés de “bandeiras vermelhas” que indicam que algo mais sério está a acontecer.

A quem afeta?
A doença, geralmente, começa após os 65 anos e o risco aumenta com a idade. Cerca de um terço das pessoas com 85 anos ou mais têm a doença.

A demência de alzheimer é uma condição progressiva, mas o seu curso pode variar muito. Danifica o cérebro, o que, por sua vez, pode resultar em complicações que levam à morte, como dificuldade para engolir, aumento do risco de asfixia, aspiração e aumento da suscetibilidade à infeção. O curso do tempo da doença varia de indivíduo para individuo, mas em média ronda os 20 anos.

Quais são as fases?
A gravidade dos sintomas da demência de Alzheimer aumenta, gradualmente, ao longo do tempo. A doença compreende várias fases e vai progredindo desde o esquecimento leve e do comprometimento cognitivo até a perda generalizada de habilidades mentais.

Geralmente, à medida que a doença avança, os sintomas são mais facilmente percebidos e tornam-se mais sérios. O esquecimento aumenta e começa a interferir no dia a dia.

As fases iniciais são quase impercetíveis. A pessoa pode viver de forma independente, conduzir e participar em atividades sociais com pouca ou nenhuma dificuldade.

As fases medianas, geralmente, duram o maior período de tempo. A pessoa pode ficar, facilmente, frustrada ou irritada e não querer participar em atividades diárias normais, como tomar banho ou vestir-se. Nestas fases podem esquecer-se de fazer tarefas simples, como escovar os dentes ou pentear os cabelos. Começam a ter problemas no discurso, não só o que é verbalizado por si como pelos outros. As mudanças nos padrões de sono tornam-se percetíveis e perturbadoras. Mudanças reais de personalidade podem ocorrer.

Em fases avançadas da doença, as pessoas tornam-se dependentes de terceiros, em todos os aspetos do cuidado, incluindo atividades básicas da vida diária. A memória e as habilidades cognitivas quase desaparecem à medida que perdem a consciência do ambiente e das experiências recentes. A comunicação torna-se quase impossível e o risco de infeção aumenta drasticamente.

Mais informações sobre as fases, bem como as características de cada um no post "Alzheimer - as fases da doença...", cujo link de acesso direto é: «https://www.primesenior.com/_alzheimer_as_fases_da_doenca_»

Como a doença afeta o cérebro?

Em 1906, um médico alemão chamado Dr. Alois Alzheimer verificou mudanças no tecido cerebral de uma mulher que havia morrido de uma doença mental incomum. Ele encontrou aglomerados anormais e feixes emaranhados de fibras. Os aglomerados são agora chamados de placas amilóides e os emaranhados são chamados de emaranhados neurofibrilares. Hoje, essas placas e emaranhados no cérebro são os principais suspeitos em danificar e matar células nervosas, que por sua vez são considerados sinais reveladores da doença.

As mudanças microscópicas no cérebro começam muito antes dos primeiros sinais de perda de memória. A degeneração celular ocorre, especialmente em áreas do cérebro que são vitais para a memória e outras habilidades mentais. Existem também níveis mais baixos de algumas das substâncias químicas no cérebro que transmitem mensagens complexas entre as células nervosas. A doença perturba o pensamento normal e a memória, bloqueando essas mensagens.

Como é diagnosticada a doença?
A demência de Alzheimer, frequentemente, não é reconhecida ou não é diagnosticada em fases iniciais, porque os primeiros sintomas são frequentemente vistos como efeitos normais do envelhecimento.

Para um diagnóstico adequado, os médicos usam uma série de testes e ferramentas que permitem avaliar o pensamento, o comportamento e a função física, porque não há uma escala única que possa diagnosticar definitivamente a doença.

Os testes diagnósticos podem incluir o teste de Desenho do Relógio, o Mini-Mental (MMSE) e o teste de Escalonamento de Avaliação Funcional. Para além desses testes, o profissional de saúde também pode realizar um histórico médico e familiar, um exame físico de rotina, um exame que testa a sensação física controlada pelo sistema nervoso central, uma tomografia cerebral, uma avaliação neuropsicológica e entrevistas várias a membros da família e amigos próximos.

No entanto, a única maneira e definitiva de diagnosticar esta doença é descobrir se existem placas e emaranhados no tecido cerebral da pessoa. No entanto, para “inspecionar” o tecido cerebral os médicos têm que esperar por uma autópsia. Portanto, os médicos só podem fazer um diagnóstico de "possível" ou "provável" da doença de Alzheimer, enquanto a pessoa ainda está viva.

Existe uma cura?
Atualmente não há cura para a demência de Alzheimer, mas existem tratamentos para os sintomas e existem pesquisas a serem realizadas. Embora os tratamentos atuais não possam impedir que a condição progrida, eles podem retardar temporariamente o agravamento dos sintomas de demência e melhorar a qualidade de vida tanto das pessoas com a doença quanto dos seus cuidadores.

Viver com o Alzheimer …
Viver uma vida saudável e gratificante com esta doença é possível para muitas pessoas. Tal envolve cuidar da saúde física, ter uma dieta saudável e exercitar-se mentalmente. Fazer check-ups regulares é crucial.

O bem-estar emocional é importante, quer para as pessoas com a doença, quer para a sua família, ao mesmo tempo que se aceita um diagnóstico tão sério. Compreender a doença e ter conhecimento da sua progressão ajuda não apenas com as necessidades futuras de cuidados, mas também com a confiança de que se está a fazer tudo o que se pode proporcionar a melhor qualidade de vida possível.



|Fonte: AgingCare.com|