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Boa tarde, um lar legal tem no mínimo quantas pessoas?
Marina Joana Bessa
7 comentários
P.S. Raiva
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9 Maneiras de reduzir a raiva na demência
Prime Senior Editor
Raiva e demência
Quando alguém tem demência a sua capacidade de “funcionar bem” está comprometida. Tarefas que consideradas simples, como escovar os dentes, podem na verdade, ser bastante complexas para pessoa demenciadas - pode ser difícil lembrar de todas as etapas e sequenciá-las adequadamente.

Por exemplo, as principais etapas necessárias para escovar os dentes são:
  • Ir para a casa de banho correta (aquela que tem a sua escova de dentes);
  • Acender a luz (caso seja necessário;
  • Localizar a escova de dentes correta;
  • Localizar a pasta dentífrica;
  • Colocar a quantidade adequada de pasta de dentes na escova de dentes;
  • Colocar a escova de dentes (com pasta de dentes) na boca e escovar suavemente cada superfície dentária;
  • Cuspir a pasta de dente;
  • Lavar bem a boca com água.

Alguém com demência também pode ter problemas com as etapas menores que compõem muitas das etapas principais descritas.

Quando até as tarefas mais básicas do dia se tornam difíceis e complicadas, é fácil acumular frustrações o que pode causar uma explosão de raiva.

Por exemplo, quando tem um dia extremamente stressante, um simples pedido de alguém pode levar a que perca a paciência, é como se fosse a “última gota”. Isso é o que acontece com os idosos com demência. Como o mundo deles está a tornar-se mais confuso e difícil não é preciso muito para que eles alcancem esse sentimento de "última gota" e reajam com raiva.

9 maneiras de reduzir a raiva na demência

1. Aceite as suas limitações: evite levar os idosos com demência para além dos seus limites, esperando que eles façam coisas contra as quais lutam. Eles não se recusam a fazer coisas porque são preguiçosos ou porque se recusam a lembrar.

Os seus cérebros estão a falhar e eles estão a perder o conhecimento e as habilidades de que precisam para realizar essas “tarefas fáceis”. Aceite a sua condição atual e trabalhe com as habilidades que eles têm hoje.


2. Reduza as decisões complexas: fazer escolhas sobre cada parte do dia não é necessário, mas há algumas decisões que a pessoa idosa ainda pode (e deve) querer tomar.

O objetivo não é tirar o direito de escolher, mas sim simplificar para facilitar as escolhas - muitas opções de escolha tornam-se confusas e esmagadoras.

Por exemplo, quando o idoso for mudar de roupa, coloque todas as roupas que ele precisa, dando duas opções de escolha. Dar a escolher entre duas camisas - a camisa vermelha ou a camisa azul, por exemplo. Dessa forma, eles ainda participam do processo, mas não precisam de se sentir perdidos no meio de tanta roupa disponível.

Da mesma forma, para o almoço, pode oferecer uma escolha entre duas entradas que sabe que eles gostam - uma sanduíche de presunto ou sopa de ervilha, por exemplo. Essa decisão é muito mais fácil de responder do que uma pergunta ampla como "O que você quer para o almoço?"


3. Desacelere: estamos acostumados a mover-nos num ritmo "normal", mas isso acontece porque os nossos cérebros são totalmente funcionais e podem processar informações e pensamentos rapidamente.

Quando alguém tem demência, esses processos cognitivos diminuem significativamente. É por isso que o idoso precisa de muito mais tempo para pensar, falar ou agir. Para reduzir o stress e permitir que eles se sintam bem-sucedidos, não os apresse o dia-a-dia. Tire a pressão e deixe-os moverem-se ao seu próprio ritmo - mesmo que pareça muito lento.


4. Mantenha o ambiente calmo e tranquilo: estar num ambiente barulhento e movimentado pode sobrecarregar os sentidos e tornar difícil pensar, especialmente quando alguém tem demência.

Já percebeu que todos precisamos de calma e tranquilidade quando estamos a tentar pensar? A maioria dos estudantes procura lugares tranquilos, como bibliotecas, quando precisam aprender novos conceitos ou conceitos complexos.

Para alguém com demência, as tarefas do dia-a-dia tornaram-se difíceis e exigem pensamento e concentração extra. Quando existe algum ruído, é natural que elas se sintam frustrados e stressados.


5. Trate-os com respeito: todos, não importa a sua idade ou habilidades, querem ser tratados com respeito. Idosos com demência não são diferentes.

Mesmo se eles lutam com decisões ou tarefas quotidianas, há muitas maneiras de facilitar as coisas e, ao mesmo tempo, mostrar respeito.

Uma boa maneira de fazer isso é oferecer escolhas simplificadas, como a camisa vermelha ou azul mencionada anteriormente.

Dessa forma, não está a dar ordens e a esperar que elas as sigam. Está a ajudar o idoso a tomar decisões de uma maneira que se adapta às suas habilidades atuais.


6. Confie na rotina: as rotinas reduzem a quantidade de pensamento e o número de decisões que precisam de ser tomadas diariamente.

Por exemplo, não precisamos pensar em que horário vamos tomar o pequeno almoço, porque sempre comemos depois de nos levantarmos.

As rotinas são especialmente úteis para idosos com demência porque reduzem o número de coisas que precisam de se lembrar ou pensar.

Ter uma rotina constante é reconfortante e muito menos stressante do que se cada dia fosse imprevisível e eles tivessem que procurar a sua escova de dentes toda vez que precisam, por exemplo.

Colocar objetos nos mesmos lugares e fazer as mesmas atividades à mesma hora do dia, significa que eles sabem onde estão as coisas e o que vai acontecer.


7. Fale de forma clara e simples: a demência afeta a capacidade do cérebro em processar e recuperar informações. Frases curtas e diretas com apenas um pensamento por frase, são mais fáceis de entender.

O objetivo é dar aos idosos menos para pensar e menos para lembrar.

Usar poucas palavras e um tom calmo e positivo torna as coisas mais fáceis e menos frustrantes para eles.


8. Evite a fadiga: ficar exausto não é bom para o humor de ninguém, mas principalmente para um idoso demenciado.

Assim como está mais propenso a “explodir” quando está exausto, é mais provável que alguém com demência tenha uma explosão de raiva quando está cansado.


9. Ajude-os a serem bem-sucedidos: quando uma tarefa é muito difícil, pode tornar-se frustrante e stressante.

A resposta é não ter a pessoa idosa parada ou a fazer coisas para si. Isso só fará com que se sinta pior. Em vez disso, encontre maneiras de modificar as atividades para que elas sejam bem-sucedidas.

Por exemplo, se eles estiverem com problemas para cortar a carne, considere servir pratos onde a carne já está em pedaços menores ou comprar uma faca especializada que seja mais fácil de usar (ajudas técnicas). Se a pessoa idosa sente dificuldades para apertar as calças, considere mudar para calças de cintura elástica. Outra ideia é mudar para sapatos fáceis, caso tenham dificuldades para amarrar os cordões.



|Fonte: Dailycaring.com|
P.S. Rir
INFORMAÇÃO
A importância do riso em pessoas idosas
Prime Senior Editor
Às vezes o riso é o melhor remédio...
Rir para além de iluminar a sua carga mental induz mudanças físicas no seu corpo. Está clinicamente comprovado que o riso ajuda a fortalecer o sistema imunológico, ativar e aliviar a resposta ao stress e a estimular muitos órgãos.

Um bom senso de humor não pode curar todas as doenças, mas há dados crescentes sobre todas as coisas positivas que o riso pode fazer. Também é contagiante e gratuito!

Incutir uma cultura de humor e riso em idosos é bom para todos e pode até melhorar o funcionamento geral e o bem-estar dos séniores.

10 benefícios do riso
Um senso de humor é uma qualidade que vale a pena ter. O livro de Norman Cousins, "Anatomia de uma doença", de 1979, fala da importância do riso para a promoção da boa saúde.

São imensos os benefícios comprovados de riso, nomeadamente por:
  • Reduzir a tensão;
  • Promover a cooperação;
  • Ganhar confiança;
  • Inspirar uma perspetiva positiva;
  • Renovar barreiras entre as pessoas;
  • Aumentar a motivação;
  • Melhorar a memória;
  • Melhorar o sistema imunológico;
  • Contribuir para a pressão arterial baixa;
  • Melhorar o estado de alerta e a criatividade.

O riso e o humor influenciam positivamente o sistema de cura e do corpo. Os idosos inseridos em entidades de cuidados geriátricos carecem, frequentemente, de estímulos necessários para manter um estado de espírito alegre.

A dificuldade reside no fato de que o que é engraçado para uma pessoa pode passar despercebido para outra pessoa. Por isso, é importante incorporar atividades engraçadas e divertidas em seu programa regular e que atenda a todos os gostos.


Sobre o tema "Riso" poderá interessar a seguinte informação, presente na plataforma Prime Senior - "10 Razões para sorrir", cujo link de acesso é «https://www.primesenior.com/_10_razoes_para_sorrir»



|Fonte: Goldencarers.com|
P.S. Comprimidos
INFORMAÇÃO
AIT (Ataque Isquémico Transitório) - um sinal de aviso de derrame e demência vascular
Prime Senior Editor
Acidente isquémico transitório (AIT) - sintomas e causas
Durante um curto período de tempo, o suprimento de sangue para o cérebro é bloqueado - é basicamente um derrame que dura apenas alguns minutos. A maioria dos sintomas desaparece numa hora, mas pode durar até 24 horas.

Os sintomas de um AIT são como outros sintomas de acidente vascular cerebral, mas não duram tanto tempo. Ao identifica-los não saberá se esses sintomas são de um ataque isquémico transitório (AIT) ou de um AVC “grave”. Portanto, se a pessoa idosa apresentar os sintomas, ligue de imediato para o 112 ou vá de direto para o hospital.

Os sintomas acontecem de repente e incluem:
  • Dormência ou fraqueza, especialmente num lado do corpo;
  • Confusão, dificuldade para falar e dificuldade em entender o discurso;
  • Problema de visão num ou ambos os olhos;
  • Dificuldade para andar;
  • Tonturas;
  • Problemas com equilíbrio ou coordenação;
  • Sentir um anormal gosto ou cheiro

O acidente isquémico transitório, normalmente, é causado por baixo fluxo sanguíneo numa parte da artéria principal que transporta sangue para o cérebro. Também pode ser causado por um coágulo sanguíneo que viaja para o cérebro e bloqueia um vaso sanguíneo.

Uma terceira causa comum é o estreitamento de vasos sanguíneos menores no cérebro que bloqueiam o fluxo sanguíneo por um curto período de tempo - geralmente causado pelo acúmulo de placa.

Os AIT’s alertam para duas condições graves de saúde

1. São um sinal de “grande” acidente vascular cerebral no futuro próximo: os AIT’s geralmente não causam danos cerebrais permanentes, mas são um sério sinal de alerta de que um derrame grave acontecerá no futuro.

Na verdade, 40% das pessoas que têm um AIT terão um derrame “real” e quase metade de todos os acidentes vasculares cerebrais acontecem alguns dias após um AIT.

2. Causam demência vascular: a demência vascular é a segunda forma mais comum de demência e é causada pela redução do fluxo sanguíneo para o cérebro - geralmente a partir de um derrame ou de uma série de derrames. Embora os AIT’s possam ser impercetíveis, os danos no cérebro aumentam com o tempo.

Quando o fluxo sanguíneo para o cérebro é bloqueado, as células do cérebro não recebem oxigênio nem nutrientes. Isso causa malefícios a áreas do cérebro associadas à aprendizagem, memória e linguagem, o que leva à perda de memória, confusão e outros sinais de demência.

Este tipo de demência geralmente afeta pessoas entre 60 e 75 anos e é mais comum em homens do que em mulheres.

O que fazer depois de um AIT?
Se suspeitar que a pessoa sofreu um pequeno derrame, leve-a ao hospital imediatamente e descreva todos os sintomas detetados.

Para reduzir o risco de um acidente vascular cerebral “grave” num futuro próximo, os médicos podem recomendar medicação para prevenir a formação de coágulos sanguíneos ou para tratar a pressão alta, colesterol alto ou doenças cardíacas. Dependendo da situação, a cirurgia também pode ser recomendada.

A longo prazo, ajude o idoso a reduzir o risco de acidente vascular cerebral e demência vascular melhorando o seu estilo de vida. Um estilo de vida saudável significa não fumar, não abusar de bebidas alcoólicas, ter uma dieta saudável e fazer exercícios regularmente. Também é importante manter outras condições de saúde sob controlo, especialmente a hipertensão e o colesterol alto.



|Fonte: Dailycaring.com|
INFORMAÇÃO
Animação Sociocultural - Horta Pedagógica
Ana Filipa Rocha pinto
A horta pedagógica foi criada com o objetivo de se tornar num espaço mais familiar para os nossos utentes, aproximando-os da atividade a que a maioria se dedicava ( a agricultura).
Depois de estar pronta fomos plantar algumas hortaliças, frutas e ervas aromáticas, produtos esses obtidos através da cooperação e partilha da comunidade, professores e colaboradores do Centro Social.
Uma atividade intergeracional que juntou os mais pequenos e os mais velhos criando aprendizagens conjuntas!
Uma atividade que os fez sentirem-se úteis e ativos!

Modo de preparação:
1ª fase: conversa com os seniores do Centro Social e professores do jardim-de infância e EB1 sobre a atividade a realizar
2ª fase: planeamento da horta - Verificação do melhor espaço para a sua construção
3ª fase: construção da horta : estacas, rede, e portão
4ª fase: conversa com colaboradores, professores, comunidade e seniores do Centro Social sobre possíveis plantas / alimentos sazonais e anuais que poderiam ser plantados
5ª fase: plantação dos alimentos realizada pelos seniores e técnicos.
6ª fase: Atividade pedagógica entre crianças e seniores: conversa sobre os alimentos plantados ( alimentos sazonais, anuais), as várias fases de plantação, levantamento de curiosidades sobre os alimentos.

A criação da horta providencia um contexto de aprendizagem real permitindo aos mais pequenos e aos mais velhos ver o crescimento das plantas, o carácter sazonal de alguns alimentos e de que alimentos devemos privilegiar na nossa alimentação.

Materiais:
-12 estacas ( madeira tratada)
-14 metros de rede
-portão ( madeira)
-estrume natural
-produtos/alimentos
P.S. Jogos
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Animação de idosos – adaptação dos jogos
Prime Senior Editor
Benefícios de jogar jogos
O jogo oferece aos clientes muito mais do que entretenimento. O impacto que os jogos têm na saúde e no bem-estar dos indivíduos está bem documentado.

Jogar jogos fornece uma importante fonte de relaxamento, socialização e estimulação mental. Ajuda na coordenação e destreza e promove a cooperação.

Outros benefícios que podem ser observados em clientes envolvidos em jogos incluem:
  • Dinamismo;
  • Criatividade;
  • Mindfulness;
  • Riso;
  • Memórias;
  • Mudanças positivas de comportamento.
Adaptando jogos...
O desafio para os animadores é encontrar os jogos certos e que se “enquadrem” nas habilidades e interesses dos clientes. Ainda que existam imensos jogos que possam ser usados na animação de idosos, nem sempre estes são usados com a mesma essência que foram criados.

Para aqueles que vivem com demência, para aqueles que usam cadeiras de rodas, para aqueles com visão prejudicada ou perda sensorial, (…) adaptar e modificar jogos é necessário por vários motivos. São inúmeras as razões que levam a que jogo, ainda que possa ser o mesmo, seja adaptado às capacidades, gostos e necessidades dos destinatários. Mesmo em pessoas que, aparentemente, tenham a mesma condição, por vezes, o mesmo jogo pode ter que ser adaptado. É importante que os animadores saibam que cada caso é um caso e que cada pessoa é única.

É certo que em alguns casos, um mesmo jogo pode estimular de maneira diferente e responder a diferentes necessidades o que permite que se desenvolva a atividade em grupos. Ou seja, a adaptação realizada permite “cobrir” as necessidades dos destinatários.

Para que adaptação de um jogo tenha sucesso, é importante que o animador tenha conhecimentos específicos sobre cada idoso, desde a sua condição cognitiva aos seus gostos e interesses. Por esta razão nem sempre a adaptação é uma tarefa simples.

Mesmo que a adaptação realizada seja a mais indicada, existem inúmeros fatores que podem contribuir para o insucesso da mesma (e.g. indisposição da pessoa idosa, agitação, presença de visitas, …), portanto, não seja duro consigo mesmo, se algo não estiver a funcionar como desejado.

Mesmo em atividades que não se “enquadrem” no objetivo da sua realização, estas podem produzir impactos positivos e aproveitá-la para obter outros ganhos é crucial. Ou seja, a atividade pode não ir ao encontro da satisfação da (s) necessidade (s) delineadas, mas está a ter impactos, quanto mais não seja na ocupação de tempos livres de forma divertida. Saber identificar esses ganhos, ajuda a melhor conhecer a pessoa idosa e a melhor lidar com o possível fracasso.

É também importante, aquando da adaptação dos jogos, não subestimar os seus clientes! Muitas vezes eles irão surpreender com habilidades ocultas/ que não conhecia.



|Fonte: Goldencarers.com|
P.S. Atividades Musicais
INFORMAÇÃO
Como planear atividades musicais para idosos demenciados?
Prime Senior Editor
O que é a musicoterapia?
A musicoterapia é uma prática na qual a música é usada para apoiar ativamente as pessoas, à medida que elas se esforçam para melhorar o seu bem-estar global.

A musicoterapia é comumente usada como uma intervenção para pessoas demenciadas, no sentido de reduzir o comportamento agitado e melhorar a comunicação.

Na ausência de um Musicoterapeuta, qualquer animador pode incorporar, com sucesso, atividades musicais nos seus programas de atividades. Sessões regulares de música e com música familiar são uma maneira excelente de influenciar positivamente o humor e o comportamento.

Musicoterapia para demência.
A música ilumina todo o cérebro. A musicoterapia pode proporcionar às pessoas com demência uma rutura na confusão e no medo. Algumas pessoas não conseguem lembrar-se dos seus entes queridos, mas podem ainda conhecer todas as palavras das suas músicas favoritas.

A Musicoterapia pode até mesmo, em alguns casos, proporcionar alívio da dor e ajudar as pessoas a recuperar algumas memórias perdidas.

Quem pode beneficiar de uma sessão individual de atividades musicais?
Todos podem beneficiar de atividades musicais! Independentemente do género, ouvir música da sua preferência liberta endorfinas no cérebro e pode reduzir a ansiedade, aliviar a depressão e impulsionar o sistema imunológico, entre outros benefícios.

Pode oferecer sessões de música individuais para:
  • Clientes idosos fisicamente frágeis e funcionalmente dependentes;
  • Pessoas com qualquer tipo de demência;
  • Pessoas com distúrbios de afasia e agnosia;
  • Pessoas com doenças crónicas;
  • Pessoas que sofram de stress, ansiedade e/ou depressão;
  • Entre outras…

Objetivos das sessões de atividade musical
Sessões de música devem ser projetadas para confortar, entreter e influenciar positivamente a vida dos idosos. É importante estabelecer objetivos para que as sessões de música Individual lhe forneçam orientação e auxiliem no sucesso, ou não das mesmas.

  • Dependendo do tipo de sessão musical, alguns dos objetivos podem passar por:
  • Melhorar o comportamento social;
  • Melhorar a comunicação;
  • Entreter e confortar;
  • Evitar o isolamento;
  • Diminuir a agitação;
  • Despertar memórias especiais associadas a fases felizes da vida;
  • Melhorar o humor;
  • Atenuar os sentimentos de tristeza (que podem ser sentidos profundamente, mas não expressos).

Tipos de sessões de atividades musicais.
As sessões de música podem ser recetivas ou ativas.

Sessões recetivas são quando o indivíduo ouve música, da sua referência, ao vivo ou gravada.

As sessões ativas são quando o indivíduo participa cantando ou tocando um instrumento musical melódico, rítmico ou ambos.

É importante ter-se em mente que a música pode desencadear emoções relacionadas com o passado e que as respostas a essas emoções podem ser boas ou dolorosas. Esteja preparado para apoiar e consolar as pessoas quando as respostas forem tristes.

Como executar uma sessão musical individual?
Uma sessão de música deve evocar memórias e criar experiências significativas para o indivíduo. Deve envolver as pessoas emocionalmente, trazer alegria e validar sentimentos.

Seguem algumas dicas para aproveitar, ao máximo, uma atividade musical individual:
  • O local ode a sessão decorre deve ser familiar para a pessoa – o seu quarto é, muitas vezes, o ideal para um ambiente tranquilo e sereno;
  • Use a música "ao vivo" se tiver recursos para tal - vários instrumentos musicais podem ser usados - flauta, teclado portátil, violino ou acordeão;
  • Se usar música gravada, esta deve ser escolhida de acordo com as preferências da pessoa idosa;
  • Inicie a sessão perguntando à pessoa qual música ela gostaria de ouvir;
  • Tente envolver a pessoa perguntando-lhe o que a música a faz lembrar – a pessoa idosa deve ser incentivada a relembrar e cantar;
  • Cante a música e deixe algumas palavras no final para a pessoa terminar - se a pessoa tiver dificuldade em cantar, incentive-a a cantarolar;
  • A duração de uma sessão musical individual não deve exceder muito os 30 minutos, de uma maneira geral, no entanto, cada caso é um caso e a duração deve de ir ao encontro dos desejos da pessoa idosa;
  • Realize sessões uma vez por semana ou mais, dependendo do tempo disponível e da recetividade dos destinatários.
A música pode ajudar a alcançar o inacessível, portanto, é benéfico incorporar atividades musicais no plano semanal de atividades.




|Fonte: Goldencarers.com|