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Vitamina E: uma descoberta comprovada de Alzheimer
O prestigioso Jornal da Associação Médica Americana publicou uma notícia sobre o que, certamente, se tornará um marco no estudo. Os investigadores anunciaram os resultados de um ensaio clínico de vitamina E em pessoas com doença de Alzheimer ligeira a moderada.

As descobertas podem muito bem revolucionar a abordagem ao tratamento da doença de Alzheimer, a forma de demência que mais prevalece.



INFORMAÇÃO
Vitamina E

O estudo analisou o efeito da suplementação dietética, usando 2.000 unidades internacionais de vitamina E, sem receita diária num grande grupo de pessoas idosas com Alzheimer e comparou os seus resultados numa média de cerca de 2,3 anos com pacientes semelhantes que receberam um placebo. (medicamento, substância ou qualquer outro tipo de tratamento que se parece com um tratamento normal, mas que não possui efeito ativo, ou seja, que não faz qualquer alteração no organismo) ou uma combinação de memantina com vitamina E.

Os melhores resultados foram encontrados nas pessoas que receberam a vitamina E sozinha. Nestes indivíduos, a taxa anual de declínio no desempenho funcional foi reduzida em aproximadamente 20%. O desempenho funcional inclui tarefas importantes do dia-a-dia, como preparar refeições, tomar banho, fazer compras e alimentar-se.

Embora esses resultados estejam longe de representar uma cura para a doença de Alzheimer, mostram que a vitamina E permite que as pessoas com Alzheimer necessitem menos dos cuidadores e mantenham sua independência por mais tempo.

Os benefícios da vitamina E
A vitamina E atua como um antioxidante, o que significa que protege os tecidos contra os efeitos nocivos dos radicais livres, substâncias químicas que são produzidas no corpo como uma parte normal do metabolismo.

Pesquisas anteriores constataram um excesso de atividade de radicais livres no cérebro de indivíduos com Alzheimer. Os investigadores estão a concentrar-se na atividade antioxidante da vitamina E, como uma possível explicação da sua eficácia no tratamento da doença.

Embora a dose de vitamina E utilizada neste estudo exceda em muito a dose recomendada para adultos saudáveis, não foram relatadas grandes consequências para a saúde daqueles que estavam a tomar a vitamina E. De fato, os únicos problemas sérios no estudo foram os relatados naqueles que receberam memantina.

Ainda que a vitamina E seja um suplemento que não requer receita médica, é importante aconselhar-se com o médico antes de a começar a tomar.



|Fonte: Agingcare.com|
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