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Apoio Domiciliário
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Intervenção domicíliaria
Abel Afonso Amaral
Sessões de Terapia Ocupacional com população idosa em regime domiciliário - Intervenção ao nível do treino das atividades de vida diária e adaptação/reajuste de ambiente e infraestruturas com vista à autonomia diária, treino e estimulação de competências cognitivas, terapia de reminiscências, orientação para a realidade, sessões de movimento e exercício físico adaptado. Reabilitação de condições músculo-esqueléticas e neurológicas.
TÉCNICO AUXILIAR
Serviços Domiciliários
Abel Afonso Amaral
PS_Alimentar Idoso
INFORMAÇÃO
7 Dicas para gerir, com segurança, a disfagia em casa
Prime Senior Editor
1. Medicação - se a pessoa idosa costumava tomar os medicamentos orais com água ou outro líquido, agora precisa de os tomar com algo mais espesso, ou os comprimidos necessitam de ser esmagados e misturadas com um alimento mais espesso.

Os comprimidos, geralmente, têm um gosto bastante desagradável, portanto, usando chocolate, maçã ou algo mais doce que ajude a "mascarar" os maus sabores é sempre uma boa ideia.

Dica: alguns comprimidos são rotuladas como "não possíveis de ser esmagados", por isso fale sempre com o profissional de saúde sobre os medicamentos que a pessoa idosa está a tomar, bem como, se os mesmos podem ser esmagados ou se é possível misturá-los com algo específico. Em alguns casos, e quando possível, optar por xaropes é a melhor opção.

2. Palhas: dependendo da condição da pessoa com disfagia, o uso de palhas pode ser uma má escolha. Para alguém que tem problemas em engolir, usar uma palha pode parecer uma ajuda útil, mas estas são mais propensas a aumentar a quantidade de líquidos na boca. Com os músculos enfraquecidos pode levar a asfixia.

3. Hidratação: a hidratação é fundamental em qualquer idade, mas após um diagnóstico de disfagia, tudo o que são líquidos devem de ser espessados. Beber líquidos espessados ​​leva mais tempo do que beber líquidos sem espessamento, portanto nestes casos, manter a hidratação requer mais tempo e paciência.

4. Gelados e gelatinas - gelados e gelatinas parecem sobremesas básicas para pessoas mais velhas, mas quando se trata de prevenir a aspiração numa dieta disfágica, são dois alimentos desaconselhados. Tanto o gelado como a gelatina podem derreter na boca e transformarem-se num líquido fino que, quando ingerido, pode causar aspiração.

5. Nutrição - para muitas pessoas com disfagia, obter calorias suficientes, bem como vitaminas e minerais, torna-se um grande desafio. De modo a prevenir situações menos desejáveis, por carência de nutrientes, é aconselhado consultar um profissional com conhecimentos específicos, para que seja elaborado um plano nutricional adequado e ajustado às necessidades e condição da pessoa em causa.

6. Postura - é essencial que as pessoas com disfagia permaneçam em pé quando se alimentam. Isso facilita a chegada dos alimentos ao estômago. No caso da pessoa idosa estar confinada a uma cama, a uma cadeira de rodas ou passar muito tempo sentada, é importante que, aquando das refeições, se faça um ajuste nas costas e se contribua para que mantenham a cabeça erguida.

7. Timing - para pessoas com disfagia e doenças crónicas, a fadiga extrema e fraqueza podem fazer com que comer por mais de 15 minutos seja simplesmente exaustivo. Quanto mais cansada a pessoa estiver, mais difícil será engolir. Nestes casos pode ser recomendado que comam e bebam por curtos períodos de tempo, mas várias vezes ao longo do dia.

Não saber cuidar de alguém com disfagia pode levar a situações complicadas, portanto, é crucial que os cuidadores de formem e informem sobre o tema e tirem todas as dúvidas, com pessoas com conhecimentos para tal.



|Fonte: Dailycaring|
PS_Cuidador
INFORMAÇÃO
Cuidadores - 11 maneiras de lidar com o cuidado quando se sente desprezado
Prime Senior Editor

1. Entenda a razão - p
ensar sobre o motivo pelo qual a pessoa que cuida não demonstra apreço, dá uma perspetiva sobre a situação e pode facilitar o modo como lida com a mesma.

Por exemplo, caso se trate de uma pessoa idosa com doença grave ou com dor e habilidades físicas ou cognitivas em declínio, ela pode estar demasiado focada no seu próprio sofrimento. Nestes casos, é menos provável que a pessoa idosa esteja consciente dos seus sentimentos e necessidades, como cuidador. 
Pessoas idosas com demência, muitas vezes, não estão capazes de pensar além das tarefas quotidianas, outras sentem apreço, mas podem não conseguir expressá-lo adequadamente. A pessoa idosa também pode ter-se acostumado à sua rotina diária e não perceber o quanto realmente faz por ela e quanto tempo e energia dispensa para tal.

2. Faça do autocuidado uma prioridade - quando está exausto e stressado, é mais fácil que o ressentimento e a raiva se "infiltrem" e ocupem a sua mente. É por isso que o autocuidado é essencial para os cuidadores - não se trata de um prazer.

Ter tempo para si mesmo é o que o mantém mentalmente e fisicamente saudável. Ajuda a gerir o stress e os sentimentos negativos para que possa continuar a cuidar a longo curso.

3. Aprecie-se e celebre as vitórias - celebrar as suas realizações, no âmbito do cuidado, é essencial para que se valorize. A forma como sente e fala consigo mesmo tem um impacto maior do que o que qualquer outra pessoa diz.

Se os membros da família não puderem expressar a sua gratidão, talvez tenha que aceitar as limitações deles e se concentrar na autoapreciação. Pense nos bons motivos, o que levaram à escolha de ser cuidador e no quanto ajuda a pessoa idosa.

4. Recompense-se - cuidar é por natureza um trabalho ingrato. Recompensar-se é outra maneira de continuar a sentir-se positivo em relação ao bem que faz.

Uma recompensa pode ser qualquer coisa, grande ou pequena e não necessariamente bens materiais.
 
5. Use humor para pedir apreciação - às vezes é preciso informar as pessoas que gostaria de receber reconhecimento/ agradecimento. Uma boa maneira é adotar uma abordagem despreocupada e, ocasionalmente, fazer piadas usando tom de voz positivo.

Por exemplo, se a pessoa idosa elogia algo que alguém fez, pode dizer com um sorriso: "E eu? Não mereço um elogio?".

6. Não meça o seu desempenho tendo em conta o estado de saúde - a realidade é que o envelhecimento é algo natural e normal, e não pode ser estagnado. Doenças crónicas graves continuarão a piorar e como diz o velho ditado, nenhum de nós sai daqui vivo. É por isso que não é justo julgar-se a si mesmo com base na saúde ou na capacidade de recuperação da pessoa que cuida. Mesmo o cuidador mais mágico e fantástico não consegue impedir o declínio.

Não espere que a pessoa mostre melhorias, pois independentemente disso, o trabalho que desenvolve está a fazer a diferença.

7. Entenda por que os outros não demonstram apreço - família ou amigos que nunca cuidaram, nem ajudaram ninguém, podem não entender o que faz e/ou o quanto é difícil.  Algumas pessoas têm dificuldade em ter empatia se nunca experimentaram algo por si mesmas. Esta pode ser a razão para eles não apreciarem tudo o que faz.

Uma maneira de lidar com isso é partilhar mais informações. Por exemplo, envie para os membros da família um e-mail periódico a informá-lo de várias tarefas que  gere, como uma consulta médica recente, resultados de fisioterapia, obtenção de novos equipamentos médicos etc. Quando os membros da família compreendem melhor tudo o que faz, é mais provável que demonstrem apreço ou mesmo que se ofereçam para ajudar.

8. Graciosamente aceitar o obrigado e apreço - mesmo que sinta que a apreciação que lhe fazem não é suficiente, aceite-a graciosamente. Isso encoraja as pessoas a mostrarem ainda mais apreço no futuro.

9. Modele o comportamento que gostaria de ver - por vezes, a melhor maneira de obter agradecimentos é agradecer em primeiro. Se quiser que os outros demonstrem apreço por si, comece demonstrando a sua gratidão.

Se o seu idoso fizer algo de útil, por muito pouco que seja, reconheça e agradeça. Desta forma está a reforçar um comportamento positivo e a aumentar as probabilidades de eles lhe agradecerem, por algo no futuro.

10. Escolha fazer por si mesmo - é importante lembrar que tinha outras escolhas quando tomou a decisão de ser um cuidador. Pode, por vezes, não parecer que tem o controlo dessa decisão, mas tem. A prova disso é que existem alternativas para a pessoa idosa, caso opte por deixar de ser o seu cuidador.

Quando se faz a escolha de ser cuidador, é importante fazê-lo baseado nas suas próprias razões e não para apreciação ou reconhecimento de qualquer outra pessoa. Lembre-se de que escolheu fazer isso, mesmo que ninguém aprecie ou perceba o seu sacrifício e empenho.

11. Veja isso como um elogio - infelizmente, quanto mais capaz, útil e confiável for, maior a probabilidade de ser dado como garantido. Afinal, a pessoa que faz tudo e sabe exatamente o que está a fazer, não se destaca simplesmente porque não está a causar problemas. As tarefas com impacto negativo tendem a ter uma maior visibilidade que as com impacto positivo.


|Fonte: Dailycaring.com|

PS_Médicos
INFORMAÇÃO
Como a demência é diagnosticada?
Prime Senior Editor
Principais características da demência:
  • Dificuldade com um ou mais tipos de função mental, como aprendizagem, memória, linguagem, julgamento, (...);
  • Problemas que são uma mudança em comparação com as habilidades habituais da pessoa;
  • Problemas que dificultam a gestão das responsabilidades da vida quotidiana;
  • Problemas que não são causados ​​por outro transtorno mental, como depressão
Com é feito o diagnóstico de demência?
Os médicos geralmente têm em atenção 5 áreas de avaliação para diagnosticar se alguém tem demência. O médico precisa verificar cada área e documentar o que diagnostica. As áreas são:

1. Dificuldade com funções mentais - geralmente é avaliado com a combinação de um teste cognitivo, realizado em consultório, e com a descoberta de problemas do mundo real, através de conversas com o paciente e pessoas próximas a ele;

2. Declínio do nível das suas habilidades - pode ser mais difícil para um médico determinar, então eles precisam conversar com pessoas que conhecem bem o paciente para entender a diferença existente nas suas habilidades atuais, quando comparadas com tempos anteriores;

Por exemplo, se um ex-professor de matemática não não conseguir fazer cálculos básicos, isso significa que existe um declínio das suas habilidades atuais, quando comparadas com as habilidades em tempos anteriores.

3. Dificuldades na realização de AVD's - Atividades de Vida Diária - também pode ser difícil de ver imediatamente e em consultório. O médico perguntará sobre que tipos de ajuda a pessoa está a receber e quais problemas os familiares detetam.

4. Causas reversíveis de comprometimento cognitivo - certas condições podem causar sintomas temporários semelhantes aos da demência. O delírio pode induzir a um diagnóstico de demência, mas pode ser causado por doenças, infeções ou hospitalização e pode durar de semanas a meses.

Outros problemas médicos que interferem nas habilidades de pensamento incluem problemas de tiroide, deficiência de B12, depressão, abuso de substâncias psicotrópicas e efeitos colaterais de medicamentos.

5. Outros transtornos mentais - a depressão é um problema de saúde mental comum e pessoas idosas e às vezes pode ser confundido com sintomas de demência. Em alguns casos os idosos têm depressão e demência ao mesmo tempo.

Também é importante considerar o histórico de saúde mental da pessoa. Paranoia ou delírios podem estar relacionados a condições de saúde mental, como a esquizofrenia.

Demência não pode ser diagnosticada com apenas uma consulta...
As 5 áreas que um médico precisa de avaliar são complexas e exigem muita colheita de informações, bem como a realização de testes laboratoriais. Para que o diagnóstico de demência seja bem realizado, são precisas várias consultas e um diagnóstico constante. Só assim se irão diminuir as possibilidades de um falso diagnóstico de demência.

O que fazer se o médico diagnosticar demência em apenas 1 consulta?
Infelizmente, alguns médicos podem diagnosticar diagnóstico em apenas uma consulta e não documentam adequadamente o que levou a esse diagnóstico. Se isso acontecer, é conveniente que procure uma segunda opinião.

A realidade é que os sintomas possam significar demência, mesmo que o diagnóstico não esteja assente numa avaliação adequada. Mas também existe a possibilidade desses sintomas, em comum com a demência, serem causados ​​por outras condições de saúde reversíveis. Um diagnóstico preciso é essencial para o tratamento adequado.



|Fonte: Dailycaring.com|

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