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10 Dicas para aumentar a participação dos idosos nas atividades
Prime Senior Editor
10 dicas para ajudar a aumentar a participação dos idosos em atividades

1. Ouça com atenção: seja paciente e dedique tempo para ouvir o que eles têm a dizer. Separe os seus clientes em pequenos grupos - é mais fácil concentrar-se em quatro ou cinco pessoas do que em quinze, por exemplo. Se não tiver pessoal adequado para ajudá-lo, envolva a ajuda de voluntários para liderar outros grupos;

2. Promova amizades: incentivar as amizades, identificando idosos com personalidades e traços de caráter semelhantes e sentando-os lado a lado durante as atividades, nas refeições ou no jardim;

3. Envolva parentes: apoie a participação de parentes, incluindo-os e convidando-os a participar em atividades e incentivando-os a visitar com mais frequência;

4. Envie convites: crie convites personalizados para eventos recreativos - as pessoas são frequentemente movidas por convites especiais;

5. Envolva a ajuda de voluntários: inicie um programa de voluntariado. Os voluntários são um recurso maravilhoso e podem ajudar supervisionando pequenos grupos de pessoas, liderando grupos de discussão ou lendo poesias, por exemplo. Eles também podem ajudar com visitas individuais e ajudar a motivar os idosos a participarem nas sessões de atividades;

6. Promova o exercício: consciencializar os idosos sobre os benefícios das atividades para a mente e o corpo ajuda a aumentar a participação dos mesmos. Lembre-os de que exercícios leves podem melhorar a força e a mobilidade, reduzindo a dor e a ansiedade;

7. Realize reuniões regulares para grupos com interesses específicos: promova reuniões semanais e mensais de grupos especiais para grupos com interesses específicos; leitura de poesia, chá da tarde, tricô, cinema, artesanato, arte criativa, entre outros. Grupos com interesses específicos que se reúnem regularmente, são uma ótima maneira de construir amizades;

8. Proporcione aulas de bateria: invista em alguns instrumentos de percussão como tambores, bongôs e pandeiros. Existem aulas gratuitas, on-line de percussão africana, do Oriente Médio e do índio americano. Para além de ajudar a libertar as más energias ajuda a criar um momento divertido;

9. Sugira que música faça parte das suas vidas: a música reconecta as pessoas aos seus passados. É uma intervenção simples e barata para melhorar o bem-estar. Não precisa de ser um musicoterapeuta qualificado para ajudar os seus clientes a obter os benefícios terapêuticos da música. Uma combinação de vários tipos de música, de acordo com as preferências deles, deve ser oferecida, diariamente;

10. Proporcione atividades intergeracionais: visite uma escola local e sugira uma visita às suas instalações, onde um grupo de crianças/jovens pode partilhar um espetáculo de dança, uma sessão de artesanato ou uma peça de teatro com os idosos.

Lembre-se de que a consistência desempenha um papel importante no aumento da participação.

Convide as pessoas a comparecer regularmente e procure continuamente maneiras diferentes de motivar os idosos e atraí-los a participar nas atividades.

Boa sorte!



|Fonte: Goldencarers.com|
P.S. Idoso com chave
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Acumulação: um comportamento desafiador e potencialmente perigoso relacionado à demência
Prime Senior Editor
Se cuida de alguém que sempre viveu obcecado em poupar e guardar as coisas por achar que um dia mais tarde poderia vir a precisar delas, pode começar a ver os seus comportamentos de acumulação se intensificarem à medida que envelhecem, especialmente se a demência estiver presente.
Muitos indivíduos com doença de Alzheimer tendem a experimentar um desejo maior de colecionar coisas - até mesmo itens já usados, partidos, sujos ou sem valor. Este comportamento é por vezes referido como acumulação.

Qual a razão para as pessoas com demência acumularem itens?

O colecionismo compulsivo é um distúrbio psicológico frequentemente observado em indivíduos com transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva. Se esses comportamentos começarem a interferir nas atividades quotidianas, então será considerado um acúmulo patológico.

Esses e outros aspetos da personalidade pré-demencial de uma pessoa podem ser intensificados pela doença. Uma pessoa que já estava propensa à ansiedade pode começar a colecionar e guardar itens para melhor lidar com o processo de envelhecimento e a possibilidade de sobreviver com os seus recursos. À medida que suas faculdades diminuem, essas compulsões podem intensificar-se ainda mais.

Essas atitudes/ comportamentos, muitas vezes, significam um desejo de tranquilidade e segurança diante de medos profundos e ansiedade vivenciados por muitos indivíduos com doença de Alzheimer, ou outras formas de demência. Por exemplo, uma mulher idosa com Alzheimer pode começar a colecionar tecidos porque são macios e lhe dão conforto. O seu cuidador pode começar a encontrar tecidos nos bolsos, malas, móveis, armários e até na banheira.

À medida que as pessoas demenciadas perdem a noção do que está a acontecer no presente, esses objetos, muitas vezes, tornam-se cada vez mais importantes para eles, pois servem como uma fonte de controlo e uma conexão com a realidade.

Esses comportamentos podem manifestar-se devido à insegurança, raiva e confusão que aumentam à medida que a função cerebral diminui. Uma pessoa com demência pode até mesmo começar a colecionar coisas que não lhe pertencem, para acalmar esses medos e ansiedades.

Às vezes, os indivíduos podem parecer “entesourados” devido à confusão sobre como lidar com tarefas específicas, em vez de um simples desejo de colecionar coisas. Por exemplo, um acúmulo confuso de correspondência pode, na verdade, ser o resultado da pessoa perder a capacidade mental que permite classificar a importância da correspondência, deitar fora o que não interessa e pagar as que se tratam de contas. Por essa mesma razão, um idoso também pode armazenar medicamentos porque se esquece das frequências e / ou doses recomendadas.

Formas de gerir os comportamentos de acumulação
Todos os cenários representam riscos para as pessoas com demência e até mesmo para os seus cuidadores. Uma quantidade significativa de itens espalhados no chão ou em móveis pode causar quedas e daí advirem condições de saúde graves. O manejo inadequado da medicação pode levar a doses excessivas ou doses em falta. Correspondência não aberta pode resultar em contas não pagas, seguro de saúde suspenso e desativação de serviços essenciais.

Felizmente, quando um idoso está a ter comportamentos de colecionismo devido à doença de Alzheimer ou outra forma de demência, existem algumas técnicas que podem ser usadas, no sentido de melhor gerir as situações:

  • Seja gentil: não use linguagem severa, mantenha seu tom positivo e tente ser paciente. Lembre-se, que a pessoa idosa não está a ter o comportamento e forma propositada. As suas ações são causadas pela diminuição da funcionalidade do cérebro. Tente entender a sua necessidade de exercer algum tipo de controlo sobre a sua vida e buscar segurança. Se o acúmulo é chato e inócuo, talvez seja melhor superar o comportamento. Tal como acontece com muitos comportamentos de demência, esta compulsão para guardar as coisas pode, eventualmente, passar.
Quando apropriado, pode tentar raciocinar e conversar selecionando itens para eliminar e doar. Se os idosos demenciados estão numa fase da doença, onde podem usufruir da lógica e o raciocínio, pode trabalhar com eles no sentido de estreitar a sua “coleção”. Se eles não puderem, então, cabe ao cuidador encarregar-se dessa tarefa sem ajuda da pessoa em causa e esperar que esta não dê conta. Isso pode parecer desonesto, mas às vezes os cuidadores têm de tomar decisões difíceis para salvaguardar o bem-estar das pessoas cuidadas. Isso é especialmente importante se os comportamentos de cumulação comprometerem a saúde e o bem-estar da pessoa idosa.
  • Proporcione atividades interessantes: devido a deficits no lobo frontal, os indivíduos com demência podem precisar de atividades mais intensas e interessantes para ajudar a conter o seu hábito compulsivo. Isso pode incluir tarefas como organizar uma gaveta, rotular fotografias antigas, (…). Essas atividades devem ajudar a redirecionar a atenção da pessoa idosa e minimizar o seu foco para o colecionismo.
  • Crie caixas de memória: uma técnica que provou ser bem-sucedida é criar uma caixa de memória: um local designado para guardar as “coisas especiais” que uma pessoa demenciada gosta de colecionar. Escolha e decore a caixa em conjunto com a pessoa idosa e guarde-a no mesmo lugar sempre. Se a pessoa idosa gosta de colecionar laços de prendas, por exemplo, ela pode mantê-los na caixa e você será capaz de "controlar" o seu acúmulo. Se a pessoa gosta de guardar várias coisas, pode fazer uma série de caixas para armazená-las. Isso pode ocupar muito espaço, mas na realidade fica mais organizado.
  • Proteja os seus valores: infelizmente, quando uma pessoa acumula itens indiscriminadamente, pertences importantes são perdidos, às vezes temporariamente e, em alguns casos, permanentemente. Para complicar ainda mais, os comportamentos de acumulação também podem estar associados à tendência de esconder as coisas. Arrume os coisas de valor, como dinheiro, cartões de crédito ou joias. Substituir esses itens por réplicas pode tornar esse processo mais fácil para a pessoa idosa.
  • Visite os esconderijos regularmente: encontre os esconderijos favoritos. Estes podem incluir gavetas, debaixo de almofadas e móveis, dentro de bolsos ou armários. Muitas pessoas com demência tendem a guardar os seus pertences pessoais ou até mesmo os pertences de outras pessoas, a fim de mantê-los “seguros”. Realize uma visita a esses esconderijos periodicamente.
  • Fale com o profissional de saúde: consulte o médico da pessoa demenciada se acredita que o seu comportamento está a interferir na qualidade de vida ou a colocar em risco a saúde. Medicamentos como anti-psicóticos e antidepressivos podem ajudar a manter a ansiedade e as compulsões controladas
Ainda que os comportamentos de acumulação sejam difíceis de gerir, perder a paciência ou exigir mudanças não ajudará a atenuar esses comportamentos. Paciência, pensamento criativo e uma boa dose de humor são cruciais para interagir com a pessoa que tem demência.



|Fonte: Agingcare.com|
P.S. Abrir porta
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Transtorno obsessivo-compulsivo em idosos
Prime Senior Editor
A diferença entre hábitos saudáveis e comportamentos compulsivos
As pessoas “saudáveis” desenvolvem hábitos, como dupla confirmação para ver se o fogão está desligado com objetivo de se certificar que está tudo bem e evitar incêndios. Pessoas com TOC, repetidamente, realizam rituais, mesmo que isso seja angustiante e interfira na vida diária. Os rituais têm um propósito que não está relacionado à ação em si.

Embora a maioria dos adultos com TOC reconheça que o seu comportamento ritualístico é insensato, é possível que uma pessoa não perceba que o seu comportamento está fora do comum. Alguns rituais comuns incluem “checkar” repetidamente coisas, reorganizar ou contar itens. Pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo também podem preocupar-se com a dificuldade em se desfazer de objetos, ou acumular itens desnecessários.

Que obsessões podem causar comportamento compulsivos?
As obsessões são pensamentos indesejados recorrentes que acabam por serem perturbadores. Um indivíduo com personalidade obsessiva pode tornar-se preocupado com a própria preocupação, não ter controlo sobre os pensamentos intrusivos e tender a passar grande parte do tempo angustiado com eles. A ansiedade ligada a esses pensamentos angustiantes, interfere na capacidade de uma pessoa “funcionar” e manter relacionamentos saudáveis.

Algumas obsessões comuns incluem pensamentos frequentes de violência em relação aos outros ou a si mesmo, pensamentos sexuais indesejados persistentes, ou pensamentos que são pouco aceites pela sociedade.

Quão comum é o TOC?
O TOC afeta uma percentagem considerável de adultos e o problema pode ser acompanhado por outros problemas de saúde mental, como distúrbios alimentares, distúrbios de pânico e depressão. Afeta homens e mulheres em números quase iguais e, geralmente, aparece na infância, na adolescência ou no início da idade adulta. O curso da doença é bastante variado e os sintomas podem ir e vir, diminuir com o tempo ou piorar.

Pessoas com TOC podem tentar controlar os seus sintomas evitando situações que desencadeiem as suas obsessões ou usando drogas e / ou álcool.

Semelhanças entre o TOC e demência
Embora os estudos ainda não tenham vinculado, explicitamente, o TOC e a demência, parece haver algum cruzamento entre as duas condições. Por exemplo, idosos com doença de Alzheimer e demência frontotemporal podem ter pensamentos obsessivos e desenvolver comportamentos ritualísticos que confundem os seus cuidadores. De fato, alguns comportamentos emergentes relacionados à demência em fases iniciais, podem espelhar de perto os ciclos obsessivo-compulsivos que são característicos do TOC.

Ansiedade generalizada é comum em idosos com demência, pois eles (os idosos) lutam para tentar dar sentido à sua vida e continuar a “funcionar” num nível “normal”, apesar dos crescentes desafios cognitivos. Lapsos na memória de curto prazo podem levá-los a repetir certos comportamentos, muito parecidos com compulsões. Se um idoso não tiver um histórico de comportamento obsessivo ou compulsivo e começar a apresentar sintomas de TOC mais tarde, é importante marcar uma consulta com um médico imediatamente.

Tratamentos para o TOC
O TOC é geralmente tratado com psicoterapia baseada na exposição, na qual as pessoas enfrentam situações que causam medo ou ansiedade e tornam-se insensíveis a elas. Medicamentos como antidepressivos, às vezes, são usados em conjunto com a terapia.

Como o TOC, geralmente, causa problemas na vida familiar e afeta o ajustamento social, a terapia familiar também pode ser recomendada para promover a compreensão do transtorno e ajudar a reduzir o conflito.

Para pacientes idosos com demência, a terapia só pode ser realizada em fases iniciais da doença. Como o declínio cognitivo piora, medicamentos e técnicas não-farmacêuticas, como redireccionamento e validação, são geralmente os melhores métodos para o controlo da ansiedade.



|Fonte: Agingcare.com|
FAQ
O que se entende por cuidador informal?
PrimeSenior Editor 7
8 comentários
P.S. Cuidado e Idosos
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Cuidados a idosos: 5 Dicas para ficar mais descansado
Prime Senior Editor
1. Mantenha-se em contato de forma inesperada: a maneira mais fácil de verificar se o cuidador está a trabalhar é aparecer, sem avisar, para breves visitas.

É importante tornar isso um hábito e não apenas nas primeiras semanas depois dos cuidadores serem contratados. Isso indica que se preocupa com os cuidados prestados à pessoa idosa.

Nessas visitas inesperadas esteja atento:
- À forma como o cuidador está a “gastar” o seu tempo;
- Se a pessoa idosa está limpa, alimentada e de bom humor;
- Se o cuidador está envolvido em conversas e/ou atividades ou se a pessoa idosa está a dormir em frente à TV e o cuidador focado em atividades pouco importantes ou desnecessárias.

As visitas físicas são o ideal, mas no caso de impossibilidade poderá fazer chamadas telefónicas para a pessoa idosa e questionar sobre o que deseja saber. No caso da condição da pessoa idosa não permitir manter um diálogo desta natureza, ligar e conversar com o cuidador poderá ser uma alternativa viável.

2. Confie nos seus instintos: se algo lhe parecer errado, investigue mais. Não descarte o seu desconforto/ instinto. O bem-estar da pessoa idosa não vale o risco.

3. Obtenha feedback da pessoa idosa: a pessoa idosa, quando a sua condição permitir, é uma importante fonte de informação. Tenha conversas casuais sobre como se sente e sobre as suas inquietações.

Ouça abertamente e sem julgamento, desta forma estarão mais propensos a confiar em si.

Mesmo com pessoas idosas que reclamam porque não querem ter um cuidador, deverá será capaz de ver a diferença entre as queixas regulares e os problemas.

Qualquer informação que leve a suspeitar de algo, investigue.

4. Peça um registo diário: peça ao cuidador para escrever um “jornal diário” que documente, de forma breve, como a pessoa idosa passou o dia.

Peça para que no registo inclua informações como o o humor, o apetite, os medicamentos e a higiene pessoal. Este registo também pode servir para anotar quaisquer problemas, lesões ou perguntas que os cuidadores tenham para colocar.

5. Pedir a vizinhos para ficarem atentos: se quer ter a certeza de que a pessoa idosa está a ser bem tratada, os vizinhos poderão ajudar nessa tarefa.

Depois de os apresentar ao cuidador como um amigo de confiança, peça-lhes que voltem para ver como estão as coisas, em visitas regulares, mas inesperadas.



|Fonte: Dailycaring.com|
FAQ
Como posso dar a conhecer a empresa Cuida & Apoia?
Cuida & Apoia - Serviços de Apoio Domiciliário, Lda
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CARE KUIDADOS
CARE KUIDADOS
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