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EQUIPAMENTO SOCIAL
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SERVIÇO
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PRODUTO
9
EVENTO
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P.S. Idoso a pensar
INFORMAÇÃO
Envelhescência - a "adolescência" dos adultos
Prime Senior Editor
Ainda que a velhice seja preparada ao longo dos tempos, a transição da idade adulta para a idade adulta avançada requer uma atenção especial.

Entre a infância e a vida adulta há um período de transição conhecido por adolescência. Um pouco adiante, entre a vida adulta e a velhice, situa-se um segundo momento de transição que é chamado de meia-idade ou de envelhescência. Da mesma forma que os adolescentes precisam de uma atenção especial para compreender as mudanças que acontecem na puberdade, os envelhecestes necessitam de cuidados para enfrentar os impactos sociais e as dúvidas que vêm com a meia-idade e como o medo de envelhecer.

A envelhescência é a fase do desenvolvimento humano que marca a transição entre a idade adulta e a velhice e caracteriza-se por alterações em diversos níveis: físico, mental e social. Esta fase representa para o indivíduo um processo de distanciamento de formas de comportamento e privilégios típicos da idade adulta e de aquisição de características que o capacitem a assumir cuidados e responsabilidades consigo, com a sua família, comunidade e com o meio ambiente, para o envelhecimento que se aproxima. A velhice sempre foi um temor para a maioria das pessoas, por aproximá-las da senilidade e da morte.

Os termos envelhescência e envelhescente marcam justamente este processo de transição entre idade adulta e velhice, sendo a idade adulta marcada como a fase de formar-se profissionalmente, constituir família e património e a velhice como sendo o terço final da vida, marcada pelo declínio físico e a morte. Tratam-se de termos usados para destacar a resistência dos adultos diante da velhice que se aproxima, e os excessos de procedimentos em busca da juventude eterna numa forma incansável de distanciamento da morte inevitável.
SERVIÇO
FORMAÇÃO EM GERONTOLOGIA E SAÚDE MENTAL - Unidade Psiquiátrica Privada de Coimbra
Unidade Psiquiátrica Privada de Coimbra
A Unidade Psiquiátrica Privada de Coimbra promove um ciclo de formações em Gerontologia e Saúde Mental, uma iniciativa dirigida a cuidadores formais que prestam cuidados a pessoas mais velhas em situação de dependência física e/ou mental.

Contando com um conjunto de 5 sessões , com inicio em Fevereiro e término em Junho de 2019, temos preparada uma formação que visa ajudar a responder a problemas emergentes nesta área e contribuir para a melhoria da qualidade das praticas profissionais nas instituições e empresas que prestam cuidados formais às pessoas mais velhas.

EQUIPAMENTO SOCIAL
Centro de Dia da Conchada, Coimbra (Centro Operário Católico da Conchada)
Ana Dias
O CENTRO DE DIA assegura a prestação dos seguintes cuidados e/ou serviços:
a) Alimentação adequada às necessidades dos utentes, respeitando as prescrições médicas, nomeadamente pequeno-almoço, almoço, lanche e jantar;
b) Cuidados de higiene e tratamento de imagem;
c) Tratamento da roupa;
d) Atividades de animação sociocultural, lúdico-recreativas e ocupacionais, de motricidade e de estimulação cognitiva;
e) Apoio no desempenho das atividades da vida diária;
f) Cuidados de enfermagem, (enfermeiro uma vez por semana) bem como o acesso a cuidados de saúde;
g) Preparação e administração de fármacos, quando prescritos.

O CENTRO DE DIA pode ainda assegurar outros serviços nomeadamente:
a) Cuidados de imagem, tais como, barba, depilação de pelos faciais, pedicure, manicure com pintura de unhas (serviço sem custo adicional);
b) Massagens (serviço sem custo adicional)
c) Cuidados e tratamento do cabelo (em articulação com cabeleireiro externo, sob marcação e pagamento do serviço ao cabeleireiro/a);
d) Aquisição de receituário e de medicamentos, articulando com os médicos de família, farmácias e familiares;
e) Articulação com os serviços de saúde locais, hospitais e laboratório de análises;
f) Acompanhamento e transporte (entre a instituição e os postos médicos das freguesias abrangidas) a consultas (pagamento do serviço adicional)
g) Acompanhamento a consultas e a exames complementares de diagnóstico a outros locais fora da área de abrangência, sempre que os familiares e/ou o representante legal não tenha disponibilidade para tal (poderá ter custo serviço adicional);
h) Outros serviços em função das necessidades dos utentes.
O CENTRO DE DIA assegura ainda a assistência espiritual e religiosa.
P.S. Apoio em Casa
INFORMAÇÃO
Convencer um idoso a aceitar o apoio domiciliário
Prime Senior Editor
Encontram-se de seguida algumas estratégias para tornar essa conversa um pouco mais fácil para todos os envolvidos:

1. Coloque-se no lugar deles: os idosos, em geral, sentem-se como se estivessem, gradualmente, a perder o controlo sobre a sua própria vida. Com a sua liberdade e independência aparentemente em risco, um idoso pode começar a sentir-se hostil e ressentido com os membros da família bem-intencionados que estão a tentar ajudá-lo. Esteja atento a esses sentimentos e tente abordar o tema da contratação de um cuidador profissional com sensibilidade e empatia.

2. Escolha o melhor local: planeie, com antecedência, onde deseja que a conversa ocorra. Escolha um local que seja silencioso e que tenha poucas distrações (televisão, rádio, muitas pessoas). Certifique-se de estar sempre de frente para a pessoa idosa enquanto falam.

3. Fale com calma e clareza: evite levantar a voz ou gritar durante a conversa. Se a pessoa tem problemas de audição, mantenha a sua voz baixa e certifique-se de falar com calma e corretamente.

4. Não infantilize: ninguém gosta de ser tratado, especialmente quando a pessoa tem uma idade superior à da pessoa com quem está a falar, de forma infantil. Mesmo que esteja a falar com alguém, com algum tipo de demência, não infantilize, não fale da mesma forma, nem no mesmo tom que usaria para falar com uma criança.

5. Ouça o que eles têm para dizer: certifique-se de que realmente está a ouvir o que a pessoa lhe está a dizer. Tente não interromper ou preencher o silêncio durante a conversa. Quando for a sua vez de falar, resuma o que acha que a pessoa acabou de dizer e depois peça esclarecimentos, se necessário.


Para um qualquer idoso, reconhecer que não é mais capaz de ser completamente autónomo será difícil e a aceitação total dessa situação, muito provavelmente, não acontecerá da noite para o dia. É importante “dar” o tempo e o espaço de que a pessoa precisa, para aceitar que a sua condição mudou.

Assim que a pessoa idosa aceite que já não é mais capaz de realizar certas tarefas, será mais fácil convencê-la a aceitar a ajuda de um cuidador profissional.



|Fonte: AgingCare.com|
P.S. Medicação
INFORMAÇÃO
9 Perguntas importantes quando se compra a medicação
Prime Senior Editor
1. Qual é o nome de marca e nome genérico do medicamento? O comprimido corresponde ao que o médico receitou? Se não, por quê?
Confirmar o nome do medicamento e se o médico solicitou o medicamento de marca ou medicação genérica ajuda a evitar erros de medicação.

2. Para que serve o medicamento? É para substituir algum?
Para muitos idosos, vários medicamentos podem ser necessários para melhor gerir a sua condição de saúde, ou mesmo para gerir os efeitos colaterais de um tratamento primário necessário.

Entender o que uma medicação deve tratar é essencial para garantir que a pessoa apenas toma os medicamentos que necessita no momento. Isso ajuda a reduzir a possibilidade de ocorrerem interações medicamentosas negativas e efeitos colaterais indesejados.

3. Existem medicamentos duplicados ou desnecessários?
Às vezes, ir a mais do que um médico faz com que os vários profissionais prescrevam o mesmo tipo de terapia, mas com uma medicação diferente – o que pode causar efeitos colaterais indesejáveis. Tal situação, é especialmente problemática com medicamentos para pressão arterial alta e antidepressivos.

Se o farmacêutico tiver conhecimento de todos os medicamentos que a pessoa toma, ele poderá confirmar e garantir que isso não acontece.

4. Como e quando o medicamento deve ser tomado?
Todas as instruções importantes devem ser claramente exibidas no rótulo da prescrição, mas perguntar ao farmacêutico ajuda a esclarecer qualquer coisa que esteja um pouco confusa e garante que a pessoa não sentirá falta dos detalhes principais.

Como cuidador, trata-se de uma informação essencial e que dá confiança para a organização das doses as diárias e planeamento de refeições.

5. O que se deve fazer se não tomar uma dose? E se tomar doses a mais?
Esta é uma questão importante para uma variedade de medicamentos, em que a pessoa pode adoecer por, acidentalmente, se esquecer de tomar ou tomar dose superior às indicadas.

Como cuidador, perguntar antecipadamente significa que saberá como responder caso ocorra um erro.

6. Quando é que o medicamento começa a atuar? Existe alguma coisa que se deva estar especialmente atento, como reações alérgicas ou efeitos colaterais?
Um farmacêutico que está ciente de todos os medicamentos que um paciente está a tomar pode apontar possíveis efeitos colaterais, como um aumento do risco de dores de estômago devido à combinação específica de tratamentos, por exemplo.

7. Deve-se evitar outros medicamentos, suplementos alimentares, alimentos ou atividades enquanto se estiver a tomar o medicamento?
Essa é uma informação importante que deve ser incluída no rótulo de prescrição, mas pedir ao farmacêutico ajuda para abordar os pontos mais relevantes poderá ser crucial.

8. Como a medicação deve ser armazenada?
Um local quente e húmido muitas vezes não é o melhor lugar para armazenar certos medicamentos. Perguntar ao farmacêutico sobre o armazenamento ajuda a manusear os medicamentos com segurança.

9. Os medicamentos são para tomar durante quanto tempo?
Alguns medicamentos destinam-se a uso a curto prazo para condições agudas, como antibióticos para tratar uma infeção ou analgésicos para um osso partidos ou recuperação pós-operatória.

Outros medicamentos, como os indicados para tratar a pressão artéria alta, diabetes ou colesterol, podem ser necessários para o resto da vida.

Certifique-se de entender quanto tempo cada medicação específica precisa ser tomada e quando deverá ser feita uma reavaliação.




|Fonte: DailyCaring.com|
P.S. Cadeira de Rodas
INFORMAÇÃO
3 Dispositivos que melhoram a segurança e a independência de pessoas idosas
Prime Senior Editor
Convencer alguém a usar um dispositivo de mobilidade pode ser um desafio. Um pouco de paciência e audição podem tornar a tarefa mais simples.

Ao discutir problemas de mobilidade com pessoas idosas, é importante perceber que o medo do envelhecimento é muito real e mais vulgar do que se possa pensar. Este medo pode impedir que uma pessoa, normalmente racional, aceite a ajuda de que precisa.

Muitos idosos temem perder a sua independência. Ser informado de que eles precisam de ajuda pode ser doloroso para o orgulho deles, por isso é importante fazer uma abordagem delicada.

Em vez de confrontar abertamente a pessoa e exigir que ele faça mudanças, organize uma conversa de “coração para coração” num ambiente calmo.

Deixe-os saber que, embora precisem de ajuda para se locomoverem, continuam a ser a mesma pessoa que sempre foram.

Envelhecer com segurança é possível para muitos idosos. Os seguintes dispositivos (comuns) de mobilidade podem facilitar a locomoção dos idosos e mantê-los independentes.

1. Bengalas e andarilhos: são exemplos alguns dos dispositivos de mobilidade bastante comuns no mercado. Podem fazer toda a diferença para os indivíduos que sofrem de dores no corpo, fraqueza ou problemas de equilíbrio.

Ambos ajudam os idosos a andar com mais segurança e conforto, mantendo uma postura saudável. Além disso, existem muitos tipos diferentes bengalas e andadores.

Sobre as bengalas, poderá ser útil a leitura do post “Como escolher a bengala corrreta”, cujo link de acesso direto é « https://www.primesenior.com/_como_escolher_a_bengala_certa_2». Este post dá indicações claras sobre como escolher a bengala que melhor se adequa à pessoa idosa.

2. Elevadores de escada/ cadeiras elevatórias: subir e descer escadas várias vezes ao dia pode ser difícil para muitos idosos e, para alguns, até impossível.

Se as escadas são um desafio para a pessoa idosa, pode querer considerar a instalação de um elevador de escada em casa.

Uma cadeira elevatória é uma cadeira presa a um trilho motorizado. A pessoa fica sentada na cadeira e ela sobe e desce as escadas. Este dispositivo permite que alguém suba e desça os degraus com pouco ou nenhum esforço.

Estes elevadores de escadas podem ser instalados em escadas retas e curvas e, geralmente, podem ser personalizados para combinar com a decoração da casa.

3. Cadeiras de rodas elétricas: permite que alguém com fraqueza ou paralisia na parte inferior do corpo se desloque com facilidade e rapidez.

Antes de proceder à aquisição de um qualquer dispositivo de mobilidade, é importante que fale sobre o assunto com o médico de família, para que este dê os seus conselhos, baseado nos conhecimentos clínicos que detém da pessoa.



|Fonte: DailyCaring.com|
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